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Blog de Meio Ambiente

Extrativismo manejado pode gerar R$ 4,4 bi a Calha Norte

O extrativismo manejado de madeira e castanha-do-brasil pode incrementar a economia da Calha Norte – região do extremo Norte do país – e gerar empregos. No horizonte de 2011 a 2030, as atividades podem gerar R$ 4,4 bilhões e criar 8.986 empregos diretos e indiretos, já a partir de 2013. É o que aponta levantamento realizado pelo Instituto do Homem e do Meio ambiente da Amazônia (Imazon).



De acordo com o relatório, governos federal, estadual e municipal poderão arrecadar R$ 887… Continuar

Postado em 19 agosto 2010 às 17:53

Extração ilegal de madeira cai 22% em todo mundo

DAYANA AQUINO

Da Redação - ADV



A atividade madeireira ilegal caiu 22% em todo o mundo nos últimos oito anos. O feito é resultado das ações e posicionamento dos produtores, governos e sociedade civil em relação ao extrativismo ilegal, de acordo com o estudo…

Continuar

Postado em 15 julho 2010 às 21:30 — 1 Comentário

Município consolida parcerias para cumprir CF

LILIAN MILENA

Da Redação - ADV



Município mato-grossense propõe desafio de se tornar a primeira cidade sem passivo ambiental, respeitando as áreas de Reserva Legal (RL) e Áreas de Proteção Permanente (APP), como determina o Código Florestal Brasileiro. Quase 100% dos agricultores já aderiram à campanha.



Lucas do Rio Verde é…

Continuar

Postado em 15 julho 2010 às 19:00

Considerações científicas sobre mudanças no CF

LILIAN MILENA

Da Redação - ADV



Um argumento bastante usado pelos ruralistas e parlamentares favoráveis a mudanças do Código Florestal Brasileiro (CF) é a falta de embasamento científico e técnico na lei federal em relação ao uso e manutenção de áreas de preservação permanente (APP) e reservas legais (RL).



Dessa forma, lançaram mão de estudos para justificar mudanças… Continuar

Postado em 8 julho 2010 às 19:00 — 1 Comentário

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Em 10:09pm on novembro 03, 2010, Maria Cristina Lopes deu para Meio Ambiente um presente...
Presente
Onde há uma vontade, há um caminho. (ditado inglês)
Às 1:42 em 28 maio 2010, Marçal, T. disse...
Às 21:28 em 16 maio 2010, Ivan Bispo disse...
ANA destaca importância de revisar operação do Cantareira
CLIQUE AQUI
Às 4:35 em 22 fevereiro 2010, Rogério Maestri disse...
Espero que todos leiam a entrevista que o Professor Phil Jones diretor do CRU concedeu a BBC, se não se derem conta quem é este professor e do que ele falou eu posso escrever com mais cuidado daqui a uma semana (estou viajando) http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/8511670.stm
Às 19:58 em 20 dezembro 2009, Helô disse...

Às 2:24 em 5 outubro 2009, Bosco Carvalho disse...
PPP-Ecos lança Edital 2009

O Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) destinará 675 mil dólares para projetos de uso sustentável da biodiversidade e fortalecimento de comunidades tradicionais no Cerrado. Os recursos serão doados a organizações civis, sem fins lucrativos, escolhidas por meio do edital divulgado pelo ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza.

Mais a respeito aqui.
Às 15:21 em 2 outubro 2009, Acácio Francisco Cruz Oliveira disse...
Será um prazer interagir com o Meio Ambiente.
A Caatinga, que integra todo o Sertão nordestino, requer as mesmas preocupações e, principalmente, ações que outras regiões tem despertado, para não ser extinta.
Às 2:31 em 6 julho 2009, Plinio Gomes Figueiredo disse...
Vamos preservar o Pantanal do Mato Grosso:
Com uma extensão de 250 mil km2, é a maior área alagável do mundo. O Pantanal é uma imensa bacia intercontinental, delimitada pelo Planalto Brasileiro, ao leste, pelas Chapadas Matogrossenses, ao norte, e também por uma cadeia de morros e terras altas do sopé Andino, a oeste. Portanto, ele pode ser considerado um grande delta interno, onde se acumulam as águas do alto Paraguai e as de grande número de rios que descem do Planalto. Através do rio Paraguai, o Pantanal está intimamente ligado à grande bacia do rio Paraná - rio da Prata. Conexões aquáticas difusas com afluentes amazônicos existem ao norte, especialmente com o rio Guaporé. A drenagem deste delta interno pelo médio Paraguai, por meio da barra estreita e rasa do Fecho dos Morros do Sul, faz-se com muita dificuldade. Porém, enormes quantidades de água estagnada atrás desta barragem tornam o Pantanal um labirinto imprevisível de águas paradas e correntes, temporárias ou permanentes, designadas através de grande quantidade de termos específicos.
Às 0:36 em 2 julho 2009, Juraci Martins disse...
Trocar mata nativa por pastagem é a maneira mais injusta de se ocupar a região amazônica e também a mais deficitária.
No atual estágio de conhecimento, esta forma errada de ocupação e exploração tem se mostrado um verdadeiro desastre sócio ambiental. O que falta para aquela região são macros projetos, que possam ser implantados, explorados e que gerem retornos satisfatórios para a sua população e os engajem na exploração dos recursos naturais com a preservação da floresta. Proibir simplesmente não soluciona o problema, gera insatisfação e injustiças. Como explicar a um pai de família que ele não deve vender árvores de sua propriedade para trocar por alimentos e vestuário? Como explicar a um madeireiro pequeno que ele deve mudar de profissão, se ele nada sabe fazer a não ser cortar, transportar e serrar madeiras? Como proibir um colono sem recursos de que ele não deve derrubar mato para plantar a sua mandioca e o seu feijão?
São várias as formas de exploração errôneas que se multiplicam e se justificam em si mesmas: gerar recursos para a subsistência.
Creio, de um modo geral, que com macro projetos regionais, consistentes e justos, poderíamos ocupar, explorar e preservar aquela região, com justiça, distribuição e melhoria das condições de vida de sua população. Alguém poderia me perguntar: mas que macro projetos seriam estes? tem várias idéias que podem dar certo, desde que sejam bem pensadas, implantadas, coordenadas e administradas, com transparência e regras claras!
Demarcar áreas indígenas para acalmar a opinião pública internacional e tentar regularizar propriedades ocupadas irregularmente, muitas de forma sangrenta, não trará os benefícios esperados; só aumentará a destruição, a insatisfação e a desertificação.
Temos que ter em mente que possuímos um enorme patrimônio verde; valioso e desejado, que está se exaurindo de forma completamente errada, sem que haja contentamento e retorno satisfatório para todos os envolvidos. Por que destruí-lo por nada? Por que continuarmos a cometer os mesmos erros das décadas áureas de colonização? tenho encontrado, ao longo das rodovias que cortam a região, muitos colonos, que acreditaram no desenvolvimento e se atiraram com família e tudo dentro daquelas matas, mudando com seu trabalho o cenário original. Vivem longe de tudo na esperança da melhora. Agiram de forma equivocada achando que estavam certos; estão ali há décadas e não conseguem prosperidade tal como imaginaram; dedicaram sua juventude na tarefa de colonizador e envelhecem sem que o sonho original tenha se concretizado.
Acredito que ainda temos solução!
Às 7:28 em 19 junho 2009, Diogo Siqueira disse...
Postei no grupo Justiça e Direito, mas também é válido para este espaço:
http://blogln.ning.com/group/justica/forum/topics/direito-ambiental-acordos
 
 
 

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