A figura dos harpistas aparece no Antigo Egito. 
A maioria deles é representada com sinais de cegueira,

 total ou parcial, compensada pela habilidade musical. 
As dobras da barriga indicam que o harpista 
se alimentava bem. Suas vestimentas eram de boa 
qualidade. E a cabeça raspada era um símbolo 
de pureza física e espiritual, associada a sacerdotes.

Del salón en el ángulo oscuro,

de su dueña tal vez olvidada,
silenciosa y cubierta de polvo,
veíase el arpa.


¡Cuánta nota dormía en sus cuerdas
como el pájaro duerme en las ramas,
esperando la mano de nieve
que sabe arrancarlas!”


“-¡Ay! -pensé-, ¡cuántas veces el genio
así duerme en el fondo del alma,
y una voz, como Lázaro, espera
que le diga: “Levántate y anda”!


RIMA VII, Adolfo Becquer

A harpa, juntamente com a flauta, é um dos instrumentos mais antigos. Teria se originado dos arcos de caça que faziam barulho ao roçarem na corda. Ela é sempre triangular, lembrando um arco de caça. Tem-se conhecimento através de fábulas épicas, poesias e trabalhos de arte, que as harpas existiam séculos antes de Cristo, na Babilônia e Mesopotâmia. Foram encontrados desenhos de harpas na tumba do Faraó Egípcio Ramsés III (1198-1166 a.C.), em esculturas da Grécia antiga, em cavernas do Iraque que datam desde 2900 a.C e textos religiosos judaico-cristãos afirmam que a harpa e a flauta existiam antes mesmo do Dilúvio. A harpa é constituída pelo corpo, pedais e cordas.

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