CaSSaDO SEm pROvaS! COnDEnaDO SEm JUlgamEntO!

CaSSaDO SEm pROvaS! COnDEnaDO SEm JUlgamEntO! ATÉ QUANDO O BRASIL V...

CaSSaDO SEm pROvaS! COnDEnaDO SEm JUlgamEntO!

ATÉ QUANDO O BRASIL VAI ACEITAR ESTA INJUSTIÇA!

Sobre Zé Dirceu : o "bandido' dos 'mocinhos' DEMOcratas

Dia 17 de setembro de 2010 esta postagem que reproduzo abaixo foi amplamente divulgada e debatida na NET. Direita, esquerda, aliados e inimigos.

Até agora ninguem desmentiu ou tentou, o colocado abaixo. Dificil , pois abaixo o que coloco é fato, contra fato só manipulações mas desmentido impossivel.
Sobre Zé Dirceu: falarei aqui como uma das fundadoras e 1ª presidente da Federação do 3º Setor do ES, ?


Zé Dirceu, enquanto chefe da Casa Civil, criou propostas de lei que visavam a inclusão social através de participação social onde os atores principais seriam os mov. sociais, comunitários e via alianças e parcerias promoveriam esta transformação. Estes projetos viraram emendas que deram condições de criar o PAC. Zé Dirceu então, para que os negócios escusos que políticos e empresários ( EXEMPLO: ES em AÇÃO e GOVERNO PAULO HARTUNG = FRAUDE e DESVIOS DE VERBAS PUBLICAS e SUPERFATURAMENTO - ) tanto se acostumaram a fazer após 'marco da OSCIPs - FHC' e que perderiam caso fosse instalada na integra o que Zé Dirceu queria ao fazer a elaboração das propostas. SEM PROVAS Zé Dirceu foi cassado e o mais interessante foi que cassado por uma alegação de pagar a deputados federais , para que votassem a favor destas propostas, os que receberam ( QUEM PAGA PAGA ALGO A ALGUENS) estão aí , livre, leves, soltos e no poder.

Outro exemplo? Joaquim Roriz que segundo o próprio , ao ser flagrado pela PF, falou ser aluno de Serra no que diz respeito ao modus operandi que seu governo agia em Brasília, ou seja SP de Serra e FHC fez escola e quem pagou por isto foi o 'bandido' de Zé Dirceu.

É isto,

Que desminta quem puder.

Abraços
QUE a JUSTIÇA SEJA JUSTA , ISENTA e IMEDIATA. Pelo direito a um julgamento
Que a criminalização e manipulação de fatos sejam caracterizados como CRIME LESA HUMANIDADE e punidas por lei no Brasil. Cadeia aos golpistas e ao colarinho branco.



CaSSaDO SEm pROvaS! COnDEnaDO SEm JUlgamEntO!

ATÉ QUANDO O BRASIL VAI ACEITAR ESTA INJUSTIÇA!

o dia 30 de novembro de 2005, a Câmara dos Deputados cassou o mandato do deputado federal José Dirceu.Ministro Chefe da Casa Civil do presidente Lula durante dois anos e meio ele não sofreu qualquer ação por improbidade administrativa; não sofreu qualquer ação por tráfico de influência; não sofreu qualquer ação por crime de responsabilidade.
Todas as suas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas da União e ele jamais recebeu sequer uma advertência da Comissão de Ética Pública ou da Controladoria Geral da União.
José Dirceu foi cassado num processo político passional – insuflado e manipulado pelos poderosos interesses dos oligópolicos meios de comunicação – num caso sem precedentes na história do parlamento brasileiro. Cassando-o, procuraram atingir o Partido dos Trabalhadores e ferir o governo do presidente Lula. José Dirceu era Ministro, portanto era um deputado licenciado, e foi condenado para dar satisfação à opinião pública num momento em que o parlamento vivia uma de suas maiores crises.
Nos últimos cinco anos José Dirceu teve toda a sua vida devassada. Sigilos fiscais, bancários e telefônicos foram quebrados e nada foi encontrado que o incriminasse. Com a consciência tranquila, mas sequioso por justiça, José Dirceu aguarda seu julgamento pelo Supremo Tribunal Federal. Sua absolvição de tudo que lhe foi imputado e jamais provado fará bem não só a ele, mas a todos os brasileiros e brasileiras

CaSSaDO SEm pROvaS! COnDEnaDO SEm JUlgamEntO!

ATÉ QUANDO O BRASIL VAI ACEITAR ESTA INJUSTIÇA!

“...trago em meu coração, em minha memória, a imagem de cada um e os ideais de todos...

que lutaram contra a ditadura, pelo restabelecimento do pleno estado de direito e acreditam que a justiça pode tardar, mas não falha.
Este documento histórico é o discurso proferido por José Dirceu poucos minutos antes da Câmara dos Deputados o cassar em um processo de cartas marcadas. Este pronunciamento é o lúcido e sereno desabafo de um homem a poucos segundos de sua injusta, mas anunciada, cassação.
Leia e reflita. O Brasil não pode mais aceitar esta injustiça!

CaSSaDO SEm pROvaS! COnDEnaDO SEm JUlgamEntO!

ATÉ QUANDO O BRASIL VAI ACEITAR ESTA INJUSTIÇA!

“Temos a obrigação e o dever de transformar a herança que recebemosde nossos pais e dosnossos avós, esse imenso e rico país, numa naçãocivilizada e com presençano mundo.”

SR. JOSÉ DIRCEU (PT-SP. Sem revisão do orador.) -
Sr. Presidente, Deputado Aldo Rebelo, Sras. e Srs. De
putados, brasileiras e brasileiros que nos acompanham na Câmara dos Deputados, em suas casas, em seus locais de
trabalho, em todo este imenso Brasil... O País, esta Casa, todas as senhoras e todos os senhores
são testemunhas de que travei um combate de peito aberto... Depois de 40 anos de vida pública, que o País conhece - todos nós temos nossas vidas públicas, cada Deputada e Deputado, que a comunidade, a cidade e o Estado conhecem -, eu, do dia para a noite, fui transformado em chefe do mensalão, em bandido, o maior corrupto do País.
Evidentemente, eu tinha como dever, para honrar o mandato que o povo de São Paulo me deu, para honrar cada Deputada e Deputado, para honrar esta Casa, lutar até provar a minha inocência. Digo e repito, não como bravata, mas como compromisso de vida: seja qual for a decisão que esta Casa tomar hoje, vou continuar lutando até provar minha inocência. (Palmas.)
Por que eu me insurgi contra o processo a que fui submetido, de linchamento público, de prejulgamento? Porque isso viola os mais elementares direitos de todos os brasileiros e de todas as brasileiras. Todos nós aqui juramos defender a Constituição do País...
Na condição de cidadão, tenho o direito da presunção da ino
cência e não da culpa, como aconteceu no meu caso. Assim como
todos que estão aqui, sabemos que o ônus da prova cabe ao acusador e não ao acusado. Temos de defender o processo legal e o direito de defesa. Isso não estava acontecendo...
Nunca me neguei a ser investigado... Não temo o julgamento dos meus pares, como não temi o Conselho de Ética e as CPIs Mistas. Não temi o depoimento na Polícia Federal. Não temo porque acredito que é meu dever, uma obrigação de cidadão e mais ainda de homem público ser investigado. Eu quero ser investigado...
Não pedi impunidade. Discuti no Supremo Tribunal Federal o foro em que eu deveria ser julgado. E o fiz baseado na jurispru dência. Não agi de forma leviana ou chicana, como muitos afirmaram de forma indevida.
O Supremo Tribunal Federal, na década de 80, quando vários Deputados bateram às suas portas para exigir imunidade parlamentar, porque estavam sendo acusados de crime contra a honra, disse-lhes: “Os senhores, Deputados, têm foro privilegiado, mas não imunidade parlamentar”...
Repito o que disse durante esses 6 meses ao Brasil: não há provas contra mim; eu não quebrei o decoro parlamentar.
Os Deputados e as Deputadas desta Casa, pelo menos grande parte, conviveram comigo durante 11 anos no exercício dos
mandatos parlamentares. O Brasil me conhece como Deputado
Estadual, como Deputado Federal, como servidor da Assembléia Legislativa de São Paulo, como candidato a Governador.
Fui empresário no Paraná, fui líder estudantil, vivi na clandestinidade nos anos da ditadura. Nunca fui processado na minha
vida. Não que isso seja uma desonra, porque muitos foram processados, e inocentados. Mas, repito, nunca fui processado. Nunca respondi a processo, nem na qualidade de Deputado, Estadual ou Federal, nem na de Ministro de Estado.
Fiquei 30 meses na Casa Civil. Não tenho ação por improbi
dade administrativa, não tenho ação por tráfico de influência, não
tenho ação por crime de responsabilidade. Minhas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas da União. Nunca recebi sequer uma advertência da Comissão de Ética Pública ou da Controladoria-Geral da União.
Todos que estão aqui sabem que fui Ministro do Presidente Lula com dupla atribuição. Pergunto para cada Líder que está aqui, da Oposição e da base do Governo, para cada Deputado e Deputada, para todos os empresários do País, para todos aqueles que fizeram ou receberam de mim 25 mil telefonemas, para todos aqueles que estiveram comigo em milhares de audiências, se alguém recebeu de minha parte alguma proposta indecorosa, alguma proposta ilícita, alguma proposta que ferisse o interesse público.

CaSSaDO SEm pROvaS! COnDEnaDO SEm JUlgamEntO!

ATÉ QUANDO O BRASIL VAI ACEITAR ESTA INJUSTIÇA!
“...não é possível viabilizar odesenvolvimento econômico do país sem uma ampla distribuiçãode renda...”
O que fiz na minha vida pública até hoje que tenha ferido
o interesse público? De que sou acusado? Sou acusado de ser chefe do mensalão. A Câmara sabe que não sou o chefe do mensalão. Cada Deputado e Deputada que está aqui sabe que isso não é verdade, jamais propus para qualquer Deputado ou Deputada compra de voto.
Esta Casa está me julgando, mas também está colocando-se
em julgamento. O Relator no Conselho de Ética, Deputado Jairo
Carneiro, deixou claro em seu parecer que não estava comprova
da a existência do mensalão. Tivemos a CPI do Mensalão, a da Compra de Votos, que não comprovou a existência do mensalão.
Não tive participação alguma, jamais, em qualquer negociação escusa para que fosse votado qualquer projeto do Governo. Não é verdade que esta Casa votou as reformas do ano de 2003 a partir de compra de votos ou de negociatas com o Governo, até porque eram suprapartidárias. O Presidente as encaminhou para
o Congresso com o apoio dos Governadores e dos Prefeitos. Elas cortaram os partidos por dentro. Havia mais oposição, muitas ve
zes, na bancada do meu partido, o PT, na bancada dos partidos de esquerda do que na bancada da Oposição. Não é verdade que
houve compra de votos...
O Brasil, os senhores e as senhoras me conhecem: se eu tivesse participado de alguma decisão que hoje está sob análise e julgamento, teria assumido no primeiro dia, porque sempre agi desse modo. Mesmo quando minha vida corria risco, disse àqueles que me prenderam, àqueles que me processaram que eu não havia praticado os atos de que me acusavam. Respondi a processos, fiquei condenado à morte neste País, voltei como clandestino porque tinha assumido uma luta contra a ditadura, tinha assumido uma luta pela resistência armada.
Não sou cidadão - não vou dizer homem porque seria machis mo - de negar o que pratiquei... Não vou assumir o que não fiz! Não vou! Não fiz e não assumo! Quem fez está respondendo na
Justiça Eleitoral e na Comum; se não é Parlamentar, não está respondendo nesta Casa.
Não tive participação direta ou indireta em repasse de recursos para campanha eleitoral. Todos os senhores e as senhoras
sabem. Quais as acusações que me são feitas, então, que eu
deveria saber? Essa acusação não pode ser aceita por nenhum
juiz, por nenhum tribunal. Lembro que não existe mais cassação
política neste País, nesta democracia, sob a égide da Constituição, a qual juramos.
Não aceito e vou lutar até o fim da minha vida se for cassado por razões políticas! Não posso ser cassado porque fui Presidente do PT. Não posso ser cassado porque coordenei a campanha do Presidente Lula. Não posso ser cassado porque fui Ministro da Casa Civil. Não posso ser cassado pela minha história, nem acredito que a Casa o faça. A Casa o fará se encontrar prova material
contra mim, não pedaços contraditórios de depoimentos, como mostrarei. Não há nexo, materialidade, prova material.
Não sou réu confesso. Jamais assumi minha culpa sobre o que
não fiz. Cometi muitos erros políticos, estou pagando por eles e os
já reconheci de público. Mas não será aqui e agora, desta tribuna, com o tempo que tenho, que os devo apresentar. Eu os exporei no congresso do meu partido e, se for necessário, nesta Casa. Mas são erros políticos, jamais algo que seja ilícito, que me envergonhe ou esta Casa. Repito: tenho as mãos limpas...
Estou disposto, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados - e peço desculpas pela veemência -, a continuar respondendo cada acusação, cada denúncia que surgir contra mim em qualquer instância deste País. Porém, onde quero lavar a minha honra, onde quero ser inocentado é nesta Casa.
Como cada um de V.Exas., recebi um mandato e o honrei. Não desonrei o mandato que o povo de São Paulo me concedeu. Todos os que me conhecem sabem que isso é verdade.
Repito: servi ao Governo do Presidente Lula durante 30 meses com honra, orgulho e paixão. A pior coisa da minha vida foi sair do Governo do Presidente Lula. Saí porque entendi que não ajudaria
o Governo nem o Brasil ficando depois de todas as denúncias que
foram feitas...
Sou um sobrevivente. Não tenho valor pessoal próprio, qualidades especiais próprias. Aprendi tudo o que sei em diferentes fases da vida política, social e cultural do nosso País.
Por razões da vida, não fui assassinado, não caí em combate, não virei um desaparecido. Por razões da vida, quando cheguei a São Paulo, aos 14 anos, consegui emprego como office-boy e consegui estudar. Não virei mais um brasileiro no crime, na delinqüência. Cheguei até aqui graças ao nosso povo, porque o Brasil só vem melhorando, só vem avançando. A consolidação da democracia talvez seja a maior dádiva que temos...
O que precisamos fazer é evitar o que aconteceu. Denúncias de corrupção na administração pública as CPIs têm de investigar. Têm de punir os culpados e tomar medidas para impedir que ela
volte a ocorrer. Não aceito que haja corrupção no Governo, do Governo ou promovida pelo Governo.
O meu partido cometeu erros, mas, se colocarmos na balança tudo que o PT fez -como muitos partidos, todos fizeram aqui, cada um a sua maneira - pela vida política, social e econômica, pelos avanços sociais, econômicos e políticos do Brasil, veremos que o PT tem mais crédito que débito, e o povo saberá julgar isso nas próximas eleições...
Se houver uma prova contra mim no relatório, como disse o Relator no caso Sandro Mabel, que seja robusta e cabal para me levar à condenação por quebra de decoro parlamentar; aí, sim, aceito que a Câmara dos Deputados discuta e casse o meu mandato. Eu mesmo já disse de público, e por isso fui criticado, que a cada dia mais acreditava na minha inocência. Quando disse isso, foi porque o ônus da prova tinha sido invertido, a produção da culpa tinha sido invertida...
E o que aconteceu, por pressão da opinião publicada? Começou a formar-se uma opinião pública neste País que exigia desta Casa a cassação, o mais rápido possível, de Deputados acusados, independentemente do devido processo legal. Essa é a verdade. Não a esconderei. Eu já critiquei, já mostrei ao País, desde que enviei a carta às senhoras e aos senhores, o papel que deter
minados setores da imprensa vêm desempenhando neste País. Muitas vezes, a imprensa tem sido de oposição ou partidarizada, mas ela precisa assumir que é de oposição ou partidarizada. Já
que temos o direito de dar entrevistas e responder a essa imprensa, ela que assuma sua posição...

“Povo educado, povo alimentado é o povo soberano, que exerce o poder, além de delegá-lo.

Não temo a imprensa livre, porque seria antidemocrático. Pelo contrário, sempre defendi e sustentei a liberdade de imprensa, inclusive com risco de perder a vida, até que a conquistamos com a promulgação da Constituição de 1988.
Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, não posso ser cassado porque era o todo-poderoso, porque não atendia telefonemas, não marcava audiências ou por causa de minha personalidade. Minha cassação significa a cassação de meus di reitos políticos por 10 anos, até 2016. Isso é uma violência contra meu direito de cidadão e Parlamentar eleito e contra as eleitoras e os eleitores que me elegeram, a não ser que haja prova robusta e cabal de que quebrei o decoro parlamentar. Também considero uma violência contra 40 anos de vida pública de alguém que dedicou sua vida ao País. Lamento e me sinto constrangido em ter de afirmar isso às senhoras e aos senhores. Sou obrigado a fazê-lo, porque é minha vida, minha biografia e minha história que estão em jogo hoje.
Falo isso com serenidade, tranqüilidade. Todos aqui sabem que acatarei qualquer resultado e continuarei minha vida de cidadão e continuarei na vida política do País. Não me dobrarei, não cairei, continuarei lutando, de maneira simples e humilde, sem as
condições de um Parlamentar ou dirigente político...
Todos os Deputados e Deputadas sabem que sou um defensor do Governo do Presidente Lula. Considero este Governo o que mais fez avanços no Brasil nos últimos 20 anos. Cometeu erros, tem insuficiências, não cumpriu muitas de suas tarefas, mas promoveu avanços importantes para o País, que estão sendo debatidos neste momento e serão julgados pelas urnas...
Todas as minhas eleições aconteceram por via direta, desde a época do Centro Acadêmico XXII de Agosto, quando, enfrentando a força pública de São Paulo, com gás lacrimogêneo e cassetete, fizemos uma eleição na PUC de São Paulo, na Rua Monte Alegre, e fui eleito. Fui eleito Presidente da União Estadual dos Estudantes, sob as balas e as patas dos cavalos da ditadura. Fui eleito Deputado Estadual. Fui candidato a Governador. Fui 3 vezes elei to Deputado Federal, 3 vezes Presidente do PT, trabalhei junto com a maioria do partido para estabelecer a eleição direta no PT e fui eleito diretamente...
Fui Ministro da Casa Civil. Não era Presidente do PT. Não era Deputado. Portanto, não aceito ser responsabilizado pelas decisões do PT ou como Parlamentar. O Supremo tomou uma decisão, que acatei. Aliás, acatei todas as decisões do Supremo. Jamais critiquei
o Supremo Tribunal Federal. Jamais critiquei também a Comissão de Constituição e Justiça quando perdi. Não aplaudi quando ganhei
nem critiquei quando perdi, como alguns fizeram no País, o que
não é uma atitude democrática.
Sr. Presidente, não vou fazer uso de todo o tempo que me foi
concedido. Tenho interesse de que a Câmara conclua a votação.
Quero acordar amanhã como um cidadão que prestou contas à
Câmara dos Deputados como Deputado, olhou para cada Parlamentar...
Não quero misericórdia. Não quero clemência. Tenho repetido para cada um e cada uma de vocês: quero justiça. (Palmas.) Que cada Deputado vote com a sua consciência. Nunca agravei nenhum Deputado ou Deputada. Nunca agravei nenhum membro do Conselho de Ética. Nunca fiz ataque pessoal. Nunca fiz crítica que não fosse jurídica e política. Sei da situação e da posição que vivo neste momento, desde o dia em que voltei para esta Casa. Sei muito bem da responsabilidade política que eu tenho nesses últimos 10 anos no Brasil. Mas sei também que essa responsabilidade não envolve - quero repetir -nada, nada que signifique quebra de decoro.
Para finalizar, Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, quero render homenagem a todos aqueles que lutaram em nosso País pela democracia para que esta Casa hoje pudesse estar julgando.
Tenho compromisso com a luta contra a corrupção. Digo isso olhando nos olhos de cada Deputada e Deputado. Não há nada na minha vida que comprove o contrário. Em todos os cargos que ocupei, em todas as funções que desempenhei, combati a corrupção. E foi assim também no Governo do Presidente Lula. Não fui omisso, não prevariquei e, muito menos, participei.
Quero lembrar que esta Casa está julgando-me, mas também está, na verdade, fazendo um autojulgamento.
Muito obrigado pela atenção. Vamos enfrentar a votação.
Muito obrigado.

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