DOR INFINITA...
(Luciane A. Vieira - 31/08/2014 - 18:21h)

Assim eu,
Ledo engano da vida,
Estou em turvas águas
Derramando minh'alma
Dilacerando minhas entranhas
Tantas vezes estirpadas
De meu ser, mas
Refeitas para suportar
A dor...

Em tal amplexo impuro
Me vejo reprimida
A derramar de mim
A própria vida insegura...
Insana em suas demências
E, em seus caminhos,
Insatisfação derradeira...

Louca fera que arde
E chicoteia o espaço em
Vago rumurejar... e
Se abre em regaços tais
De indigna cor
E se expõe ao tempo
Em vasta agonia
A nos abraçar a alma...
Em flor...

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