IMPACTOS AMBIENTAIS E SUAS CONSEQUÊNCIAS MUNDIAIS

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Por Maria Vilas Bôas (Monte Mor, natural de Ibirarema - SP)

IMPACTOS AMBIENTAIS E SUAS CONSEQUÊNCIAS MUNDIAIS

Nosso país ainda não tem uma política educacional totalmente estruturada e definida como desejam os brasileiros, principalmente quando se refere à Educação Ambiental. O Brasil por enfrentar vários problemas de ordem econômica e social, ‘fez vista grossa’, a essas duas questões, mesmo sabendo das várias discussões tanto de ordem acadêmica quanto de ordem civil, através de reivindicações de cidadãos sobre a preservação da natureza, mas deixou a desejar nesses aspectos de suma importância. Com isso anos foram-se passando e nós brasileiros fomos ficamos atrás da história em relação a vários outros países, tanto na questão Educacional, quanto na Educação Ambiental.

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Vários problemas ambientais têm raízes socioeconômicas, políticas e culturais, porém sabemos que esses não são resolvidos simplesmente por meios só tecnológicos, porque quando abordamos apenas a parte tecnológica é ter um prisma de cunho limitado e ingênuo, ou seja, estamos desconhecendo uma realidade importante, que é ter conhecimento de causa, comprometimento, determinação e espírito crítico, para tomarmos atitudes engajadas em relação às questões ambientais. Somente assim, poderemos dizer de fato, que temos uma formação de consciência ecológica participativa e legitimada como cidadãos brasileiros.

O desenvolvimento sustentável surgiu como enfrentamento da crise ecológica global, tendo como estratégica desenvolver a harmonia entre ecologia e economia, o que resulta em qualidade de vida, justiça social, desenvolvimento econômico e equilíbrio do meio ambiente, portanto, precisamos de metodologias inovadoras que venham colaborar com programas de Educação Ambiental, com a habilidade em ‘trabalhar’ de forma sustentável o patrimônio cultural e natural, com base em incentivo a sua conservação através da interpretação do ambiente promovendo o bem-estar de toda a população.

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A Fundação VILLAS-BÔAS, tem como objetivo o conservacionismo, cujo foco é o manejo de recursos naturais, baseado nas ciências biológicas e com crença numa tecnologia de ‘força’, para solucionar os problemas gerados, tendo como causas a falta de conhecimentos e os comportamentos inadequados em relação à preservação do meio ambiente. A Fundação ‘luta’, para ver nossas florestas em pé e preservadas e quer vivenciar a consolidação de uma qualidade de vida digna às populações que moram no Arquipélago do Marajó e, que essa população tenha perspectiva e esperança, que suas gerações futuras também vivam de forma digna com base na igualdade social.

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Na Constituição Federal Brasileira de 1988, o artigo 225, dá ênfase especial ao Princípio da Sustentabilidade, o qual garante o direito a um meio ambiente equilibrado para todos, impondo responsabilidade coletiva em defendê-lo e preservá-lo, com ativa participação de todos os cidadãos em conjunto com o Poder Público na tutela ambiental.

“Art. 225.Todo têm direito ao meio ambiente ecologicamente    equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e á coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

Embora a Constituição tenha dado essa ênfase à importância do Princípio de Sustentabilidade, vemos que é o modelo de desenvolvimento capitalista, quem dita às regras, sendo incompatível com as exigências ecológicas, onde esta ecologização do Capitalismo acaba não se tornando possível e isso é lamentável a todos, principalmente para os cidadãos de baixa renda que diretamente sofrem os impactos de ordem ambiental, com o surgimento de vários problemas cotidianos como a falta de água, falta de alimentação, sistema de saúde precária, falta de espaços habitacionais seguros, etc.

Segundo pesquisas, as espécies vivas na terra oscilam em torno de dez bilhões ou mais, e a maior diversidade de espécies se concentra nas regiões tropicais. Climatologistas afirmam que a questão climática mudou muito nas últimas décadas e são processos de mudanças irreversíveis, porém muitos não dão o devido valor a uma questão tão importante, principalmente quando se refere à esfera política.

O mundo passa por transformações a bilhões de anos e essa evolução continua. Renomados cientistas no mundo têm apresentado muitos estudos a respeito. Sabemos que ainda existem muitos vulcões em atividades, jogando inúmeros gases na atmosfera, mas o que a Fundação VILLAS-BÔAS em suas diretrizes não aceita, é que a sociedade se isente por conta disso, de suas responsabilidades sobre esse aquecimento.

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O aquecimento global, e suas conseqüências são sem dúvida, uma  realidade em todo o planeta; oceanos, terra e ar estão sofrendo um aquecimento devastador. Nossa atmosfera, nosso solo e nossos rios, estão contaminados com pesticidas, uso inadequado de fertilizantes, queima das florestas, águas contaminadas, emissão de gases poluentes, bosques destruídos, áreas úmidas secando por conta de barragens, vales inundados para a preparação da terra em prol do cultivo rápido gerado pela ganância humana; tudo isso resulta na extinção de milhares de espécies, que ao perderem seu habitat natural acabam sendo vítimas em potencial dessas atitudes inesperadas e catastróficas.

Pela falta de ‘educação’ e ‘respeito’ da população mundial ao meio ambiente vai aí uma alerta a todos! Quando falamos em cuidar do planeta não é apenas cuidar do portão de nossas casas para dentro e sim da nossa cidade também, como se ela fosse nosso hall de entrada. Quando vários tipos de lixos são jogados nas ruas, calçadas, terrenos baldios, até menos um simples papel de bala, o resultado quando a chuva chega é ‘levar’ tudo isso para os bueiros e esses entupidos milhares de pessoas tem perdido móveis, casas, animais de estimação e até a vida por conta de grandes alagamentos. Como será que estamos agindo?

Pasmem, mas segundo uma pesquisa feita pelo Dr. William Cheung, da Universidade da Colúmbia Britânica (Nature Climate Change), publicada em (03/10/12) as alterações provocadas pelo aquecimento global diminuirão e muito o tamanho dos peixes, porque águas mais quentes armazenam menos oxigênio, o qual é vital para o crescimento deles, pois quando o oxigênio fica em escassez, à medida que peixes vão crescendo e precisam mais dele para sua sobrevivência o crescimento dos peixes para, e ocorrendo todo esse descontrole, acontece enfim a morte de vários animais marinhos por causa da chamada acidificação dos oceanos.

Será que nós brasileiros somos realmente conscientes que o oxigênio, sendo um dos gases mais importantes na dinâmica do nosso ecossistema aquático, porém com sua diminuição diária está causando a oxidação à respiração dos organismos aquáticos e milhares deles estão morrendo?

Sabia que a maior parte dos afluentes que chegam até os cursos d’água não só no Brasil, mas em vários países estão contaminados com águas residuais domésticas, processos fecais e esses contribuem para várias doenças e morte da população principalmente a população infantil?

Nosso futuro é mais preocupante do que se imagina, desastroso para a natureza e para a humanidade. Desequilíbrios mundiais estão se agravando, será que a humanidade está realmente fazendo sua parte para que esses desastres ambientais sejam sanados ou pelo menos diminuídos?

Estamos lutando na reabilitação da nossa fauna e flora brasileira de forma inteligente? Ou continuamos contribuindo de forma direta ou indireta com essa terrível degradação?

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A Fundação VILLAS-BÔAS, tem como lema em todas as suas ações, quando fala sobre Sustentabilidade, seja em qual ordem for, Ela sempre está embasada num “Tripé”, sustentado pelo Homem, Economia e Meio Ambiente, porque se faltar uma dessas ‘pernas’ tudo acaba apenas em mero discurso.

 A Fundação VILLAS-BÔAS sempre acredita num empreendimento inovador e consistente para o meio ambiente, onde esse seja o mais sustentável possível e rico ecologicamente, mas para que tudo isso ocorra a Fundação conta com a colaboração de todos os brasileiros.

Portanto, acesse o Portal da Fundação, conheça e leia sobre esse Projeto maravilhoso, assine a Petição Pública, compartilhe com amigos, parentes, familiares, enfim divulgue para o país inteiro o que a Fundação Villas-Bôas, já fez e continua fazendo.

É um trabalho sério, empreendedor e respeitado, inclusive, em países como a França e Estados Unidos.

Se você ama o planeta, em primeiro lugar ame seu país se mobilizando  como verdadeiro cidadão.

Assim esses impactos ambientais que levam as conseqüências mundiais, se não sanados, pelos menos serão minimizados com sua participação!

Site da Petição Pública:

www.peticaopublica.com.br/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=VBMARAJO

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