Métodos da Imprensa Autoritária e Parcial aqui neste portal? Por favor, não. Transposição do RSF SIM!

Eu protesto veementemente quanto a utilizarmos proibição de comentários a Notícias e informções, divulgados neste portal. Acho de um autoritarismo sem palavras. O mesmo que fazem alguns destes jornais a que tanto criticamos e que publicam muitas notícias e posições e editoriais onde não permitem comentários e, às vezes quando o permitem censuram-nos.

A Transposição do rio São Francisco pode ter muitos defeitos, mas, foi o processo possível que a criou. Rios de dinheiro estão sendo derramados na economia do interior nordestino. Que maravilha. Poderia ser melhor, mais perfeito? Talvez sim. Poderíamos esperar mais quantas décadas para esta perfeição de obra ser executada? Precisa-se de mais recursos? Ótimo, controlemos e denunciemos a corrupção, analisemos e aperfeiçoemos o processo e vamos em frente, que o nordeste precisa de outra alternativa que não seja a estagnação. Tudo mais é embate político e social que se dá na prática do processo de mudanças que está imerso o projeto e o país. Vamos por o conhecimento e os recursos a serviço da população ou para que e para quem?

A condição humana e o processo político - democrático, por que não? É sempre imperfeito, dinâmico e - ainda bem que foi detonado. Críticas, correções de rumo, aprimoramentos, tudo bem, que sejam bem vindos, mas, sem esta visão negativista e parcial da realidade.

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Comentário de Luiz Antonio em 30 dezembro 2011 às 12:57
Tem o meu apoio. Esse sujeito já tentou outras vezes, sempre fechado ao contraditório.
Comentário de Paulo MP Oliveira em 30 dezembro 2011 às 14:08

A dinamização da economia local, no interior do nordeste por conta destas obras é uma coisa fascinante. Só vendo para crer. Se somente houver este "derramamento" de dinheiro em vez de água, já foi um ótimo começo para romper o status quo anterior. Mas, está sendo e será muito mais que isto, não tenho dúvida.

Comentário de CLAUDIO DOS SANTOS em 30 dezembro 2011 às 14:14

a turma do serragio, o privatizador, através do FENCE, Itagiba, e o vice-diretor deve ter muitos agentes infiltrados nos blogs sujos, tentando distorcer as verdadeiras informaçoes e tendencias ideologicas para o bem do povo brasileiro, vulgarmente chamado de contra-informaçao, com o apoio da MIDIA CORRUPTA(pig), mais a casa vai cair na CPI DA PRIVATARIA e a LIMPEZA ETICA que a Ministra Calmon esta fazendo no PODRE JUDICIARIO, estou em PE e vejo informes que tem cidades totalmente corrupta com todos os poderes publicos envolvidos e chefiando a corrupçao, entao como o governador Eduardo Campos que teve a melhor votaçao, não faz nada?? e as privatizaçoes ocorridas neste Estado, feita pelo Serra/FHC e os politicos da epoca nao foram desprivatizadas para o bem da populaçao, agua, energia eletrica, telefonia....só vejo reclamaçoes do povo????Todos os governadores do Nordeste que tiveram votaçao expressiva, tem que ser investigados por nós dos blogs sujos e colocar na pauta do dia os resultados dos seus desgovernos!!!!, para que o povo nao seja mais enganado, que nem o é, o povo paulista à 20  longos anos. Pois tem muito lobo em pele de cordeiro. Quanto a transposiçao do Rio São Francisco não precisa nem morar no Nordeste, para ver que os Coroneis sao os que nao querem e estao lutando com todas as forças possiveis e impossiveis para melar tal projeto com o apoio do PIG/Paulista.

Comentário de Paulo MP Oliveira em 30 dezembro 2011 às 20:47

A ciência não é neutra, já sei disto desde criancinha. E os pesquisadores e técnicos algumas vezes estão mais motivados mais pelas suas convicções político-ideológicas que pela real resolução dos problemas da população. Também, algumas vezes têm visão parcial e fragmentada da realidade, mesmo dizendo que é o contrário. Leiam as notícias de hoje e os comentários que estão no portal Conversa Afiada para verem como acirrada está a situação, tendo em vista que as empreiteiras estão pressionando de todas as formas o governo para obterem reajustes a seu bel prazer. A quem estão servindo estes cientistas? Claro, a estes empresários. 

Comentário de Paulo MP Oliveira em 30 dezembro 2011 às 20:50

Estes cientistas totalmente contrários à transposição ou são inocentes úteis ou parecem ser financiados pelas empresas que querem ganhar muito mais com os contratos para continuarem as obras de transposição. Os interesses contrariados são muitos, pois, os políticos e a elite dominante controlavam a seu bel prazer a população interiorana com a indústria da seca.

Comentário de Paulo MP Oliveira em 30 dezembro 2011 às 20:51

A ciência não é neutra, já sei disto desde criancinha. E os pesquisadores e técnicos algumas vezes estão mais motivados mais pelas suas convicções político-ideológicas que pela real resolução dos problemas da população. Também, algumas vezes têm visão parcial e fragmentada da realidade, mesmo dizendo que é o contrário. Leiam as notícias de hoje e os comentários que estão no portal Conversa Afiada para verem como acirrada está a situação, tendo em vista que as empreiteiras estão pressionando de todas as formas o governo para obterem reajustes a seu bel prazer. A quem estão servindo estes cientistas? Claro, a estes empresários. 

Estes cientistas totalmente contrários à transposição ou são inocentes úteis ou parecem ser financiados pelas empresas que querem ganhar muito mais com os contratos para continuarem as obras de transposição. Os interesses contrariados são muitos, pois, os políticos e a elite dominante controlavam a seu bel prazer a população interiorana com a indústria da seca.

Comentário de JOEL BENTO CARVALHO em 31 dezembro 2011 às 3:52

E aí Paulo que você acha disso que descobri: Não precisa mas tem seca no vale do ASSU?????? Vou a procura de mais

Desertificação já é realidade no Vale do Açu, segundo geólogo

Da Redação

O geólogo Eugênio Fonseca Pimentel afirmou durante reunião do Programa de Ação Estadual de Combate a Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAE), em Caicó, na semana passada, que o problema da desertificação já é uma realidade na região do Vale do Açu. Ele advertiu ser necessário que haja a preocupação da sociedade com relação a este fato. 

Eugenio Pimentel enfatizou é preciso novas alternativas para substituir a matriz energética do parque ceramista do Vale do Açu para que seja possível conter o avanço da desertificação em conseqüência da retirada da vegetação nativa, que é utilizada como combustível pelos fornos das cerâmicas. 

A programação ocorrida em Caicó foi o desfecho de um ciclo de eventos do gênero que anteriormente percorreu as cidades de Mossoró e Pau dos Ferros. Eugênio Pimentel, que é servidor da Prefeitura do Assu, destacou que a oficina técnica deu sequência à discussão em torno da elaboração do PAE potiguar. Ele disse que as atividades são necessárias para que o programa seja legitimado e que possa realmente ser um produto de execução de ações práticas na busca do combate à desertificação e na mitigação dos efeitos da seca no Estado. 

A programação foi fruto de uma parceria do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Ministério do Meio Ambiente, Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte e a Articulação do Semi-árido Potiguar (Asa), com apoio do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e a GTZ - Cooperação Técnica Alemã. 

Comentário de JOEL BENTO CARVALHO em 31 dezembro 2011 às 4:05

ASSU

Prefeitura faz levantamento sobre situação de poços

Estimativa é de que estejam em operação cerca de 300 poços por meio dos quais é garantido o abastecimento de água potável em várias povoações rurais

Prefeitura faz levantamento sobre situação de poços

Seguindo recomendação do secretário municipal de Planejamento e coordenação de Desenvolvimento, Clebson Elves Corsino de Melo, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, chefiada por Paulo César de Brito, deu início a um trabalho que tem por objetivo identificar e analisar a situação atual de todos os poços e dessalinizadores que se encontram sob administração da prefeitura.

A tarefa de campo está sendo executada sob supervisão do geólogo Eugênio Fonseca Pimentel, que é lotado na Secretaria de Meio Ambiente, dirigida por Nival Paulino Pinheiro Filho. Ele explicou que a intenção é recadastrar todos os reservatórios e equipamentos de dessalinização que se encontram sob responsabilidade do poder público. Ao final da atividade o geólogo apresentará um relatório apontando a realidade de cada poço e dessalinizador.

Eugênio Pimentel declarou que aproximadamente 18% do total de poços localizados em todo o território do município são cuidados pela prefeitura municipal.

Já com referência aos dessalinizadores, o geólogo destacou que existem seis aparelhos do gênero que têm manutenção da prefeitura municipal. Eles estão situados nas comunidades rurais de Riacho, Bangüê, Porto Piató, Panon I, Bela Vista Piató e Simão.

O secretário Clebson Corsino justificou que esta providência também se insere dentro do propósito do prefeito Ivan Lopes Júnior de trabalhar a elaboração de novos projetos direcionados à implantação de novos reservatórios e dessalinizadores em outras povoações rurais onde o acesso á água potável revele-se mais difícil.

O geólogo Eugênio Pimentel ressaltou que é pensamento do prefeito municipal investir com a finalidade de minimizar ao máximo a utilização de carro-pipa para assegurar o abastecimento hídrico rural.

 E continua não precisando...

Comentário de JOEL BENTO CARVALHO em 31 dezembro 2011 às 4:17

Com duas cheias consecutivas a Transposição é Solução ou Pesadelo para o RN

Publicado em julho 24, 2009 por HC

Tags: transposição do rio São Francisco

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eixos do projeto de transposião do rio São Francisco

Este artigo publicado, no jornal Diário de Natal em 13/01/99, é uma concepção para se refletir a respeito da importação de água para o RN. Foi efetuado por João Abner Guimarães Júnior, hidrólogo, Phd, professor de Hidrologia e Irrigação da UFRN, na qual tive a oportunidade de discutir sobre este mesmo assunto. Este professor que trabalha no Laboratório de Recursos Hídricos do Departamento de Engenharia da UFRN e o professor Manuel Lucas Filho também são no momento contrários a esta cara e polêmica transposição. Veja a seguir na integra o conteúdo do trabalho publicado no Diário de Natal no inicio do ano de 1999,

Durante muitos anos os nordestinos têm sonhado em resolver definitivamente a questão da seca com a transposição das águas do rio São Francisco para os rios secos da região. Entretanto, grandes dificuldades de nature

Comentário de JOEL BENTO CARVALHO em 31 dezembro 2011 às 5:01

Seca X Enchente. Quem causa maior dano a geo economia do RN, artigo de Eugênio Fonseca Pimentel

[EcoDebate] A concepção antiga e ainda acreditada por muitos, de que a ocorrência periódica da “seca” é o principal entrave para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e também outros estados nordestinos, é uma concepção arcaica, errônea e deve ser modificada. De um modo simples e pragmático podemos deduzir que esta concepção não é correta respondendo de forma simples e resumida as seguintes indagações:

julho 14, 2009

http://www.ecodebate.com.br/2009/07/14/seca-x-enchente-quem-causa-maior-dano-a-geo-economia-do-rn-artigo-de-eugenio-fonseca-pimentel/

secatransposição do rio São Francisco

 

seca

enchente

O turismo no qual o nosso RN possui extraordinário potencial e que nos últimos anos tem contribuído bastante para o bom desempenho social e econômico do RN no cenário nordestino se coaduna com a presença de chuvas em período de tempo longo? Não. Chovendo muito as atividades turísticas em todo estado diminui consideravelmente. Assim sendo, a ocorrência periódica das secas não é o entrave para o desenvolvimento desta importante atividade econômica que é responsável, direta e indiretamente pela geração de milhares de emprego e renda para a população potiguar. Esta atividade econômica que distribui recursos financeiros e cultura desponta como a de maior capacidade para se gerar emprego e renda para o RN.

A produção de Sal do qual o RN é responsável por cerca de 90% da produção brasileira se coaduna com a presença de chuvas? Também não. Nos períodos chuvosos, Janeiro a Abril na região, a produção de sal diminui consideravelmente. Se chover muito e por um período de tempo prolongado, a intensa insolação diminui consideravelmente, acarretando com isso a diminuição da produção deste produto que na sua produção gera emprego e renda muito maior em época de estiagem. Por seguinte a ocorrência do fenômeno natural das secas periódicas não é problema para o desenvolvimento desta importante atividade econômica que gera expressivo volume de divisa para o RN.

A produção de frutas tropicais se coaduna com a presença abundante de chuvas? Também não. Chovendo, as plantações de melões, principal fruto para exportação de nossa região tem que ser pulverizadas com defensivos agrícolas, principalmente fungicidas, aumentando com isso os custos de produção. A seca não é o entrave para o desenvolvimento desta também importante atividade econômica do RN. Muito pelo contrário, as empresas deste ramo de atividade, paralisam sua produção nos meses chuvosos que são os primeiros quatro meses do ano. Nosso Estado exporta expressiva quantidade de frutas tropicais para outros Estados do Brasil e paises da América do Norte e Europa, gerando com isso, divisa, emprego e renda para a população do nosso pequeno RN.

A produção de produtos cerâmicos ta

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