Nove anos sem Aloísio Teixeira

O que mais irão escrever hoje é: “Ele faz falta”.  Sim faz muita falta no mundo de hoje. Certamente estaria nas grandes articulações nacionais pelo Estado Democrático de Direito.  Estaria a na Frente Ampla ela Democracia como fez seu pai, o Brigadeiro Teixeira que junto com o Renato Archer foram juntando os brasileiros contra a Ditadura Militar. Estaria na luta contra as ameaças de Bolsonaro fechar o STF, o Congresso Nacional e ameaçar as eleições de 2022 caso quem vença não seja ele. Seus artigos iriam atacar o O Brasil de Paulo Guedes: a economia do fundo do poço que levou nosso País a chegar em 2021 em mais de 13,5 milhões de desempregados. Um País que não tem política econômica boa, média ou ruim e sim algo que leva nosso povo a humilhação como os que enfrentam filas imensas em Cuiabá para pegar ossos dos frigoríficos que exportam carnes para o exterior. Guedes tem como lema: cortar, ajustar e reformar tirando direitos e conquistas.  Aloisio estaria da sua trincheira de lutas contra isso. Já teria tomado as duas doses da vacina e estaria amanhã nas ruas nas grandes manifestações contra Bolsonaro. Teria organizado um grande Manifesto Nacional com os maiores nomes da Sociedade Brasileira contra as privatizações dos Correios, da Eletrobras, contra a Reforma da Previdência, desmonte do SUS e todo aparato de Estado construído com sangue suor ao longo de anos do povo brasileiro.  Estaria na luta contra o fim do CNPq, do sucateamento da CAPES e  dos cortes de bolsas de pesquisa e pós-graduação e de verbas das Universidades e institutos de Ciência e Tecnologia (C&T) que afetam boa parte da pesquisa brasileira contra COVID-19. Assinaria o manifesto mundial de intelectuais acadêmicos, artistas e pesquisadores contra o bloqueio genocida do imperialismo norte americano contra Cuba que impede o país a ter acesso a equipamentos e insumos para a Vacina Soberana para o combate a COVID-19 da sua população.  Estaria publicando propostas para um novo Brasil. De retomar o desenvolvimento do País com inclusão social. Um Brasil mais justo e igual para todos os brasileiros e todas as brasileiras. Estaria na mesma trincheira de luta onde se esteve: as lutas pela Democracia, pelo Socialismo e pela Soberania Nacional.

Aloísio Teixeira, Presente e Sempre

Por Hélio de Mattos Alves - Professor da Faculdade de Farmácia da  UFRJ

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