"invidere" palavra latina de significado "não ver", deu origem à palavra 'inveja' (ou 'invídia'): aquele que tem uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de outro, 'se recusa a ver' (enxergar) tais virtudes, porque quando 'vê' (e compara intimamente), se 'vê incapaz', seja por incompetência, limitação física ou intelectual.
Conforme nos fala Keka Demétrio "Tem gente que sente tanta inveja que seu maior prazer é denegrir a pessoa invejada. É uma forma de, dentro da sua imbecilidade e inconsciência, diminuir o outro, e essa pequenez o faz feliz. Porém, é tão digno de dó quem age assim, porque nem percebe que o caminho deveria ser inverso, procurar se elevar e não se rebaixar ainda mais."
Napoleão Bonaparte costumava afirmar que "a inveja é um atestado de inferioridade".
S. Boyer definiu inveja como "misto de desgosto e ódio provocado pelo êxito de outrem"; desse modo a inveja faz alegrar-se o invejoso pelo infortúnio do invejado podendo ser constatado pela 'revelação' de certas pessoas, algumas que professem crenças espiritualistas, 'festejando' até doenças graves nos invejados. Por isso a inveja "é um mal extremamente corrosivo na área dos relacionamentos, sobretudo na vida de quem o abriga", pois que "a inveja abre a porta da alma para inúmeras doenças".
Caim, numa citação rápida, "não admitia a ideia de o seu irmão ser melhor do que ele, de ter sido aprovado e aceito por Deus em vez dele" (W. Bastos).
Se a inveja se instala no pensamento, somente uma reflexão pode alterar esse sentimento, porém o 'jogo sujo' e as 'artimanhas' da consciência necessitam ser ultrapassados.

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