O QUE É UMA PASSAGEM DE ANO

A humanidade se dá conta do que acontece a cada fim de ano e a cada ano que acaba de nascer: Esperança, renascimento, otimismo e muitos votos de prosperidade e saúde para as pessoas que encontramos e com as quais nos relacionamos e gostamos.

Para mim é como se fosse o único e último ano em que vou viver e tenho que acreditar que os projetos acontecerão, se não for assim, depois dos primeiros três ou seis meses caímos numa realidade da mesma forma quando alguém frio e realista diz para nós ainda criança que não existe Papai Noel e que a data de 25 de dezembro não foi o dia que o nosso Pai maior Jesus Cristo nasceu, tudo é simbolismo, tudo é apenas para refletirmos e renascermos, mas com conscientização.

Pois é, se não houver um equilíbrio de propósitos e se nós não tivermos emoções e objetividades, caímos na improdutividade do conhecimento do que realmente queremos e desejamos no início do ano.

Precisamos é sim, colocarmos os nossos conhecimentos adquiridos em prática, e a cada dia que passa nos damos conta que quanto mais pesquisamos, menos sabemos sobre o mistério que a humanidade constroi. Isso faz que coloquemos em prática nossos objetivos da transformação de comportamento da sociedade para a harmonia e paz entre os povos e o meio ambiente e somos analisados constantemente com as nossas convicções como formadores de opiniões, e para os céticos passa o que é moral, tornar-se-á imoral.

2012 será o ano de muitas decisões, de muitas polêmicas:

Começa com a Lei do Lixo. (Lei nº 12.305).

Como ficou conhecida como a Política de Resíduos Sólidos, (PNRS) que foi regulamentada em 23/12/2010, o tema é tão forte que olhamos como foi fosse regulamentada primeiro dia do ano de 2012.

Todos nós somos responsáveis, o material descartado pela sociedade e todos os atores envolvidos (como sistemas de coleta seletiva, cooperativas, triagem e tratamento dos resíduos, por exemplo) são regulamentados com base no sistema de responsabilidade compartilhada. Ou seja, o Poder Público, o setor empresarial e a coletividade são responsáveis pela efetividade da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O que é muito importante e a mudança de comportamento da sociedade do consumismo sem necessidade, sem que a economia continue sempre em crescimento.

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Foto: Paulo VILLAS-BÔAS - lixão dentro da cidade Muaná - Ilha do Marajó. Não ixiste megas o pequenas cidades. A responsabilidade é nossa.

Agora a nossa maior missão é fazer essa lei sair do papel. O grande problema das cidades independentemente de sua população, são os lixões que são descartados os seus rejeitos nos terrenos das periferias o prazo até o dia 02 de agosto de 2014, e se não fizermos a pressão devida sua aplicabilidade será colocada em dúvida. Nem o Decreto Federal 7404/2010 que regulamenta a Lei não prevê penalidade pelo descumprimento desse prazo.

Novo Código Florestal

Nossas atenções estarão voltados para as mudanças que foram feitas no Senado Federal e agora voltando para Câmera Federal.

A manobra onde dos grandes pegando o gancho dos pequenos produtores retalhando suas terras em quatro módulos fiscais para não precisar recompor suas áreas com reservas legais.

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Foto: Paulo VILLAS-BÔAS. Ilha do Marajo - Não existe mais as Matas Ciliares.

Nesse país quem fez suas mazelas com as margens terão bonificação de 50% para recomposição das margens dos rios, e quem foi integro em suas margens de 30 metros receberão apenas parabéns.

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Foto: Paulo VILLAS-BÔAS.

Em relação aos desmatadores que em estâncias judiciais demoravam 10 a 15 anos para uma condenação e que muito difícil acontecia, hoje os grilheiros podem regularizarem suas terras e ficarem anistiados das multas e ou detenções conforme prevê a legislação ainda em vigor. De certa forma é excelente se tivermos todas as terras oficialmente legalizadas em conformidade com a lei, acabaríamos com centenas de brigas fundiárias e muitas vidas serão salvas. Sendo assim todos os empreendedores dos agronegócios terão que fazer o CAR – Cadastro de Regularização ambiental, após a sanção do novo código.

Em relação aos topos de morros, só esperamos que daqui alguns anos não precisamos pensar em um novo código para reflorestá-los pois a mãe natureza não perdoará e a agricultura será a mais afetada no seu ciclo ou de muitas chuvas ou de seca.

 

USINA DE BELO MONTE

Uma obra que virou sina dos presidentes do Brasil.

As incertezas de uma obra que não dialogaram com a sociedade brasileira. Se o projeto fosse tão bom assim para o país, não seria empurrado goela abaixo por um lobismo de alta cúpula de políticos e políticas de empreiteiras que hoje nem para os governadores dão bola e discutiriam sem medo de sua convicção e não com conchavos de gabinete.

 

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USINA DE BELO MONTE - Solução ou problema? Derrespeito sim!!!

Sem a reforma tributária, o Estado do Pará nunca será respeitado sobre a ótica de que está no contexto federativo, na riqueza do solo e de seu povo. Entre suas diversas leis, a mais pervertida delas é a Lei Kandir, pois toda a riqueza dos solos paraenses, sem os devidos impostos devidos, da mesma forma os represamentos dos rios e as mazelas sociais, como a valorização territorial e predial, a prostituição infantil, o tráfico de seres humanos, trafico de drogas, após a sociedade dominada é que vão tentar curar suas consequências, hoje são circunstanciais, os latrocínios, e o pior delas a falta com o respeito às comunidades indígenas, por uma obra que não cumpre suas condicionantes, a atenção e o respeito com um povo localizado e que detém seus pares em uma área que na evolução da humanidade e suas necessidades do progresso seja ele agressivo ou não, hão de respeitar o tempo passado, o presente e o futuro, então eles sim teriam que receber suas compensações por não ferir uma legislação e sim dar condições em sua evolução como ser humano, Caso isso não seja pensado estamos a frente de um novo holocausto, ou loucura da psicanálise decorrente ao regresso da vida humana.

Por fim, estamos empenhados em colocarmos os nossos projetos com todos os expedicionários qualificados em uma missão que não é nossa e sim da sociedade brasileira, em dar condições para fazer valer a nossa voz, registrarmos no alvo, em campo e não sentados em escritórios refrigerados apenas vendo estatísticas. Não vamos esperar o fim de 2012, para fazermos uma nova reflexão de um ano que se findou e novamente criarmos as esperanças em um novo ano que nascerá.

 

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Paulo VILLAS-BÔAS

Presidente da Fundação e Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil

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www.expedicaovillasboas.com.br

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