Protagonismo

 

Esse é o papel dos sindicatos: chamar os trabalhadores para as ruas, pressionar para garantir uma vida mais digna para todos;

 

Enfrentamos uma concorrência muito desigual: o “lobby” dos empresários, eles tem o “capital” – vocês conhecem seu poder – por isso não podemos descuidar;

 

... valorização do Salário Mínimo, Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas, Fator Previdenciário, Reajuste Aposentados, Reajuste na Tabela do Imp. Renda;

 

tudo isso tem de estar na Pauta do Trabalhador, para exercer nosso “protagonismo” – essa é uma das palavras mais falada nesses últimos tempos;

 

devemos também somarmos com os “Aposentados” que vem aí com tudo para exercer o seu “protagonismo” e fazer valer seus direitos, na questão do Fator Previdenciário, e essa luta está além deles;

 

“esse além deles”: somos nós: filhos, netos, e todo o futuro do País.

 

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Enfim, Diálogo

Escrito por: Luiz Carvalho

fonte: do sitio da CUT


Na próxima quarta-feira (26), às 16h30, a Central Única dos Trabalhadores e as demais centrais sindicais se reúnem em Brasília com o Secretário- Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

 

Durante o encontro, as entidades discutirão o reajuste do salário mínimo de R$ 510 para R$ 580. Conforme anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo propõe R$ 545, valor que cobre apenas a inflação de 6,47% medida em 2010 pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e que, portanto, não representa aumenta real para o trabalhador.

 

Também estarão na pauta o repasse de 80% do valor que for definido para o mínimo aos aposentados que ganham mais de um salário e o reajuste da Tabela do Imposto de Renda, defasada em 64% em relação a 1995. Sem essa mudança, as conquistas das campanhas salariais acabam anuladas, já que os vencimentos são incluídos em uma nova faixa de contribuição e “comidos” pela Receita.

 

Além desses temas pontuais, as centrais cobrarão do governo da presidenta Dilma Rousseff a abertura de um canal de negociação permanente semelhante ao que existia no governo do presidente Lula. “Já havíamos conquistado esse espaço para tratar de diversos assuntos, entre eles o mínimo, o aumento para os aposentados e a correção da tabela. Em dezembro, iniciamos um processo de negociação e imaginávamos que teríamos continuidade, mas isso não aconteceu por parte do governo”, comentou Artur Henrique, presidente da CUT.

 

do sitio da CUT

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