Considerando o tamanho CONTINENTAL do riquíssimo Estado do Pará (1,3 milhões de km2); seu formato geograficamente retangular; sua capital localizada no seu extremo nordeste, onde se concentra QUASE A TOTALIDADE DA ESTRUTURA DE RECURSOS DE SAÚDE, SEGURANÇA E EDUCAÇÃO ETC...), é NECESSÁRIO A DIVISÃO, se não, vejamos, apenas alguns dos motivos:

1) Um cidadão que não more em Belém, que tenha uma tragédia em sua família, terá que desembolsar até 20 mil reais para fretar um teco-teco para remover seu doente até Belém;

2) De TODO o tributo recolhido, em todas as regiões do Pará, cerca de mais de 90% é "aplicado" somente na capital e nos bolsos dos oligarcas belemenses;

3) Considerando que o Estado do Pará, se fosse independente, poderia ser a 12a Economia do Mundo (maior província mineral do planeta); que este entrega à união R$ 10 e em tributos para cada R$1 que recebe, (principalmente sobre as lavras minerais), um bilhão de reais (custo da estruturação dos 2 novos Estados)a ser bancado por esta é o mínimo que se pode fazer, afinal, como dizia Norberto Bobbio: "a finalidade do Estado é a busca do bem comum e proporcionar as melhores condições de vida aos seus cidadãos";

4) A simples descentralização administrativa e o carreamento estrutural, dotará SANTARÉM e MARABÁ (que passarão a ser as novas capitais) de recursos e meios (hoje, exclusivos dos Belemenses e arredores) que possibilitão, UMA VEZ IMPLEMENTADA, atendimento regional. a 2 populações desassistidas!

Como vimos, o discurso em voga ( de despesas, etc..) não se aplica exatamente à presente questão, posto que esta, não é so ROBALHEIRAL, mas essencialmente SOCIAL...



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Comentário de Francisco Rodrigues Neto em 23 novembro 2011 às 10:48

Quanto mais informações sobre o assunto eu tenho, mais discordo deste projeto. Seriam mais convicentes se a causa fosse geopolítica. Para maior proteção da Amazônia etc  e tal. Peguem os gastos de dois governos com mais 2 governadores,  2 assembléias legislativas, implantação de  Capital como  ocorreu com Palmas em Tocantins, um contingente enorme de funcionários de gabinetes, muito bem remunerados. Milhares de funcionários públicos, mais 2 polícias  militares... Que tal gastar este dinheiro todo desenvolvendo o interior do Pará? É tanto dinheiro que talvez, dá prá comprar teco-teco prá todos.

Comentário de Luís Otávio em 26 novembro 2011 às 23:23

Meu caro, sua desinformação realmente é enorme, para não falar de seu pobre e efusivo dircurso de boteco que finaliza sua triste participação em tema tão sério.

O custo estimado é de 1 bilhão de reais. Muito pouco se considerarmos que o Pará já rendeu (somente em tributos) ao governo federal cerca de 150 bilhões de reais.

Então, vou repetir seu cabeça-dura: A FINALIDADE DO ESTADO É O BEM COMUM! E isso no Pará só é possível de ser obtido, com a divisão.

 

Um abraço.

Comentário de Francisco Rodrigues Neto em 27 novembro 2011 às 2:58

Um grosseirão e preconceituoso é o que o senhor é. Com  ofensas o senhor não vai chegar a lugar nenhum. Ofende e depois manda um abraço? Procure um  psiquiatra o  senhor é um bipolar.

Sobre a divisão do Para? NÃO VAI PASSAR

Comentário de Luís Otávio em 29 novembro 2011 às 23:14

É impressionante a sua empáfia, caro senhor.

Primeiro, afirma cousas e discorre tristemente sobre o que confessadamente não entende (quem é o preconceituoso?); depois -certamente encastelado no sudeste bem servido de recursos de saúde, p ex. - desdenha e despreza as necessidades de milhões de desassistidos paraenses, em um perverso exercício de anti-solidariedade e também evidencia que pouco se importa com o sofrimento alheio e; finalmente arremata suas tôscas e nausebundas colocações com piadinhas ridícular e até se permite a "vidência"... Francamente!!

Ah, o Sr. - me parece - ser um ignóbil completo, na medida em que mesmo já tendo dito tantas besteiras, que certamente confirmam vossa fanfarronice, não satisfeito, ainda se arvora como médico - sem o ser - e "faz até diagnósticos" acerca de quem sequer conhece. Risível. Risível , e desprezível!

 

Passe muito bem, senhor Desprezível! 

 

 

Comentário de Francisco Rodrigues Neto em 30 novembro 2011 às 19:13

Pois bem, em nome dá ética e da boa educação prefiro ficar por aqui, desculpe-me por lhe responder da forma que respondi, bem sabe que fui conduzido a isto, mas estou  arrependido. Aconteça o que tiver de acontecer, que seja para o bem desta região.

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