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SINOPSE DAS PRINCIPAIS NOTÍCIAS

NA MÍDIA IMPRESSA,

desta sexta-feira, 19/ago/11;

 

 

 

 

MANCHETES DOS JORNAIS    DESTA SEXTA

 

Folha de SP = FGV é usada para fraudar licitação vencida pela PUC

O Estado de SP = Preocupação com Europa e EUA volta a derrubar bolsas

O Globo = EUA e Europa pedem a saída de ditador sírio; Brasil diverge

Correio Braziliense = "Quero aprender com Rossi" afirma novo ministro

Valor Econômico = Voltam desconfiança e pessimismo

Brasil Econômico = Crise Mundial abre espaço para queda dos juros ainda neste ano

Zero Hora (P. Alegre) = O desafio de Mendes - Agronegócio pede seguro e prazo para pagar dívidas

O Jornal da Tarde (SP) = TCU suspende verbas do Enem e ameaça prova

Jornal do Commercio (Recife) = Policiais vão trocar burocracia pela rua

 

Maior destaque comum nos impressos volta a ser a situação da economia mundial, de temor da recessão nos EUA e capacidade de pagamento dos bancos europeus, o que ontem provocou queda generalizada das bolsas e rendeu manchete ao Estadão e ao Valor Econômico e chamadas de capa aos demais. Valor destaca na capa que a inflação sob controle abre caminho para menor arrocho fiscal. Em política, destaque para as primeiras declarações do novo ministro da Agricultura, deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS), apresentado como amigo da presidenta Dilma, bem-recebido pelos empresários e capaz de pacificar o PMDB. Folha recupera para manchete denúncia já feita por Veja de lobby que teria favorecido mantenedora da PUC a conseguir contrato mediado por lobista com uso falsificado da FGV. A chamada faxina mantém-se na agenda, com enquadramentos do Estado de S. Paulo e do Globo de que a operação anticorrupção do governo desagradaria ao PT. Líder Paulo Teixeira lembra que a oposição está usando as  denúncias e demissões de ministros  como um palco para aparecer e afirma que não há herança maldita, pois no governo Lula deu-se início a um efetivo combate à corrupção no País.

 

Globo e sites dão matéria sobre reunião da Bancada do PT na Câmara com ministras Gleisi Hoffmann e Miriam Belchior, com enquadramento de que elas teriam pedido unidade dos petistas e que os parlamentares teriam pedido mais diálogo com o Planalto.

 

Bolsas/pessimismo – Estado e Valor dão manchete para economia mundial. Estado diz que “Preocupação com Europa e EUA volta a derrubar bolsas”. Relata que, ante sinais de fragilidade econômica, mercados têm forte queda e investidores correm para títulos americanos. A preocupação com a fraqueza da economia americana e com a capacidade de países europeus de honrar suas dívidas voltou a dominar o mercado financeiro global. Bolsas de valores do mundo todo encerraram a quinta-feira com pesadas perdas, investidores correram para a segurança dos títulos públicos americanos e o dólar se valorizou. A Bolsa de São Paulo caiu 3,52% e a moeda americana avançou 1,2% ante o real, fechando a R$1,602. Houve quedas acentuadas também em Nova York (3,68%), Londres (4,49%) e Frankfurt (5,82%). Para o economista Nouriel Roubini, que previu a turbulência internacional de 2008, o mundo deverá enfrentar uma dupla recessão. Valor destaca que “Voltam desconfiança e pessimismo”. Acrescenta que, ao quadro descrito pelo Estado, somam-se informações do Fed que indicam uma desaceleração da economia americana a nível de atividade industrial só visto em períodos de recessão. Outros jornais também destacam assunto na capa com mesmo enfoque – Folha, Globo e Correio. Brasil Econômico destoa no enquadramento para dizer que “Crise mundial abre espaço para queda dos juros ainda este ano”, avaliação feita pelo Ipea. BE afirma que corte na taxa básica de juros varia entre especialistas de 0,25 a 0,50 ponto percentual. Editorial de O Globo, “Questão fiscal no centro da crise”. Estado traz editorial sobre “Descompasso na economia” brasileira.

 

Aperto fiscal/menor em 2012 – Valor afirma que o governo considera que a inflação, que ocupou sua atenção diária por oito meses, está sob controle e vislumbra a possibilidade de, em 2012, ter mais flexibilidade para gastar. Agora, a presidente Dilma Rousseff inaugura "outra fase", a da interlocução com o mundo político, que a levará a atender a demanda por aumento do gasto público. Diz ainda que, diferentemente deste ano, quando o governo se comprometeu com a execução da meta integral de superávit primário – sem descontar os investimentos do PAC –, para o próximo a ideia é abater da meta pelo menos uma parte dos R$ 40,6 bilhões do programa, segundo informações de “um ministro” ao jornal, diz Valor.

 

Ribeiro/lobby – Jornais dão enquadramentos diferentes à confirmação do nome do novo ministro da Agricultura, deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS). Folha, em “Lobby é legítimo, diz ministro”, destaca que o novo titular da pasta apresentou projeto sobre regulamentação da atividade, na forma de um projeto de lei que permite aos lobistas circularem livremente pelo Congresso. Anota que um dos motivos que levaram à demissão do ex-ministro Wagner Rossi da Agricultura foi o livre acesso de um lobista às dependências da pasta, além de suspeitas de pagamento de propina e irregularidades em licitações. Destaca ainda nas primeiras declarações de Ribeiro que este disse que pretende "aprender muito" com ex-ministros da Agricultura, inclusive com seu antecessor. Globo, na mesma linha, destaca referência ao antecessor, “Rossi fez 'extraordinário trabalho'”. Do mesmo modo, o Correio, “"Quero aprender com Rossi" afirma novo ministro”. Correio diz que Ribeiro assume a safra de "abacaxis" da Agricultura na segunda-feira e que, para trás, deixa um "pepino" na Câmara: a contratação irregular de um vereador gaúcho, Ivan Trevisan, como secretário parlamentar. Brasil Econômico traz leitura positiva da substituição na pasta: “Sucessão na Agricultura anima empresários e acalma base aliada”. Afirma que a entrada de Mendes Ribeiro levou empresários do setor a retomar a agenda de produtividade e estímulo à competitividade e que, dentro do PMDB, “deputados do alto e do baixo clero reconhecem que não havia alternativa no caso de Wagner Rossi”. Jornais trazem registros da amizade entre a presidenta Dilma e o novo ministro da Agricultura, como o Globo em “O amigo 'Mendezinho'”.

 

FGV/PUC – Folha dá manchete para “FGV é usada para fraudar licitação vencida pela PUC”, assunto abordado por Veja e que relata do uso do nome da Fundação Getúlio Vargas para fraudar licitação do Ministério da Agricultura em favor da Fundasp, mantenedora da PUC-SP, que ganhou contrato de R$ 9 milhões, com o alegado envolvimento lobista Júlio Fróes, “que tinha livre acesso ao ministério na gestão de Rossi e foi acusado de distribuir propina a funcionários após assegurar o contrato para a Fundasp”. TCU/Cespe – Correio retoma, com chama na capa, a notícia que “TCU veta pagamento ao Cespe e exige explicações”. Relata que o Tribunal questiona a dispensa de licitação no contrato de R$ 372,4 milhões para a organização do Exame Nacional do Ensino Médio. Segundo análise do ministro responsável pelo caso, esse valor é três vezes maior que o pago no ano passado pelo Ministério da Educação e qualquer verba só deve ser liberada após o detalhamento dos recursos.

 

“Faxina” – Termo alçado ao centro da agenda política pela mídia, Estado diz na capa que “Petistas temem que ‘faxina’ de Dilma afete Lula”. Jornal diz que “a ‘faxina’ da presidenta Dilma em seu governo, que já derrubou quatro ministros, causa desconforto no PT”. Afirma que “dirigentes, parlamentares e ministros do partido temem que, com a escalada de escândalos, o governo de Lula acabe carimbado como corrupto” e anota que “todos os ministros que caíram foram “herdados” do ex-presidente”. O líder Paulo Teixeira afirma de forma contudente que a oposição está usando isso (as denúncias e demissões) como um palco para aparecer. Não existe herança maldita. No governo Lula, as instituições funcionaram com independência total e muitos servidores foram demitidos. Nós do PT estamos dando todo o apoio à presidente Dilma, que está colocando em prática políticas permanentes. O presidente Lula também atuou com rigor contra a corrupção, não teve leniência com a corrupção”. O deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) reclama que a oposição, em parceria com a imprensa, está criando essa versão de que Lula deixou uma "herança maldita" para Dilma, "do mesmo jeito que inventou o mensalão".  “Quem inventou a tal da faxina? Vocês criaram essa imagem. Mas a presidente não é faxineira! O Lula não está incomodado nada com isso. Fundamos nosso instituto, não tem nada que nos abala”. - disse Devanir.  Globo, na mesma linha, diz na capa que “PT não gosta da faxina de Dilma...” e sugere num jogo de reticências que o ex-presidente FHC gosta. Relata que ele sentou-se ao lado dela no lançamento do Brasil sem Miséria para o Sudeste ontem em São Paulo – fotos na Folha, Globo, Estado e Correio. Este enfatiza suposto alinhamento entre eles quanto à ação saneadora no título de capa “Faxina na miséria une Dilma e FHC em São Paulo”.

 

Correio reproduz trecho do discurso da presidenta: "É o Brasil inteiro fazendo, de fato, como diz a imprensa, a verdadeira faxina que esse país precisa fazer. A faxina da miséria”. Globo, internamente, registra que ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, faz apelo por unidade na bancada do PT. Merval Pereira, no Globo, diz que “a ‘faxina ética’ tomou uma dinâmica própria que não é possível controlar, e ficou maior do que sua própria impulsionadora”. Lula – Globo informa internamente que o ex-presidente Lula disse ontem em BH que a troca de ministros no governo Dilma deve ser encarada com naturalidade, negou haver crise e falou da necessidade de investigar denúncias para saber se são verdadeiras. Globo, internamente, informa que “Redes sociais convocam ato contra corrupção” para 20 de setembro, das 17h às 20h, na Cinelândia, Centro do Rio. Estadão diz que o ex-presidente tem uma avaliação curta e grossa sobre a articulação política de Dilma: “Saíram Antonio Palocci e Luiz Sérgio, entraram Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil), mas, para Lula, "o centro político continua vazio". Editorial do Estado, “Quem demitiu o ministro?”.

 

BANCADA DO PT COM GLEISI E MIRIAM BELCHIOR-  O Globo, assim como várias agências, publica que o Palácio do Planalto percebeu o distanciamento entre o governo e setores do PT e começou a se mobilizar para reafirmar os laços com o partido. As ministras Miriam Belchior (Planejamento) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil) foram ontem ao encontro da bancada do PT na Câmara.. Em sua fala aos petistas, Gleisi reconheceu as dificuldades na base aliada e disse que a unidade do PT é fundamental para o governo Dilma Rousseff. Segundo o jronal, ela disse que os problemas da base governistas têm origem no amplo arco de partidos aliados com visões diferentes e interesses diversificados. Ela disse ainda que o PT, partido com maior número de ministérios na Esplanada, tem de ter responsabilidade na defesa do governo.  Após o encontro fechado, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), disse que a crise no governo - que, por último, derrubou do Ministério da Agricultura o peemedebista Wagner Rossi - não afeta a governabilidade nem os trabalhos no Congresso. Ele lembrou que, mesmo com a demissão de ministros, projetos de interesse do governo foram aprovados. Teixeira afirmou que os parlamentares não cobraram melhoria na interlocução com o Planalto: “ Até porque temos tido. Hoje (ontem) foram as ministras. Esta semana estivemos com a presidente. Estamos satisfeitos. Vamos reforçar o diálogo - disse.  De acordo com o jornal, na sua fala, a ministra da Casa Civil elencou projetos que o Planalto gostaria de ver aprovados neste semestre, como o Pronatec (projeto de ensino técnico profissionalizante), a ampliação do Supersimples e o marco regulatório da mineração, mas criticou propostas que ampliam os gastos públicos. Mais especificamente a PEC 300, que estabelece o piso salarial dos policiais militares, civis e bombeiros, e a emenda 29, fixando os percentuais mínimos de recursos para a Saúde.  Gleisi disse que o governo gostaria de atender a esses setores, mas que tem limitação orçamentária. Sobre o piso salarial dos policiais, a ministra afirmou que a proposta desorganiza as contas públicas e desrespeita os governadores, uma vez que estabelece um valor a ser pago pelos estados.

 

Itaquerão/paulistano critica verba pública – Folha, na capa, informa que “60% não ligam para abertura da Copa 2014 em São Paulo”. Reporta que pesquisa Datafolha revela que 61% dos paulistanos querem a construção da arena do Corinthinas, mas 60% dos entrevistados acham que sediar a Copa não é nada importante para a cidade. Segundo a Folha, se dependesse do paulistano, a verba estatal no Itaquerão seria vetada. Afirma ainda que o uso de dinheiro das três esferas de governo foi rejeitado pela maioria.

 

Outros temas:

 

Síria/divergência – Globo dá manchete para situação no Oriente Médio, “EUA e Europa pedem a saída de ditador sírio; Brasil diverge”. Noticia que o presidente dos EUA, Barack Obama, e líderes europeus defenderam abertamente, pela primeira vez, a saída do ditador Bashar al-Assad, cujo o governo há cinco meses reprime diariamente com violência protestos pr reformas, que já deixaram pelo menos 2 mil civis mortos. Informa que a Europa e os EUA trabalham no Conselho de Segurança da ONU por sanções econômicas mais duras. O Conselho de Direitos Humanos afirmou que os ataques à população civil podem ser considerados crimes contra a Humanidade. Jornal destaca que o Brasil não se une aos que exigem a saída de Assad nem defende sanções neste momento. Fala também da situação da Líbia, no Norte da África, onde os rebeldes conquistaram, a 50 quilômetros de Trípoli, uma refinaria que abastece a capital com gás e petróleo. Diz que há rumores de que o ditador Kadafi esteja doente. Folha e Estadão também destacam assunto nas capas.

 

Dilma/PSD/PV – Globo, internamente, diz que Dilma está “agradando a outros grupos políticos para expandir seus apoios”. Relata que ontem ela recebeu no Palácio do Planalto, para um café da manhã, líderes do PSD, o novo partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Anota que a reunião não constava da agenda oficial da presidenta. Na semana que vem, afirma que ela deverá receber o PV, que, após a saída de Marina Silva, quer voltar ao governo. Estadão reporta internamente que, mesmo pregando independência do governo, Kassab peregrinou ontem por Brasília como um governista. De manhã esteve com a Dilma, no Planalto, onde avisou que não fará "oposição sistemática". À tarde, visitou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao qual afirmou que o PSD já tem 60 mil assinaturas além do necessário e seu registro deve ser pedido até segunda-feira. Folha, internamente, diz que “Planalto vê partido de Kassab como reserva contra rebeliões”. Valor, internamente, " ‘Kassab é especial’, diz presidente”.

 

Alquimia/ “laranjas” confessam – Globo suíta a operação Alquimia, da Receita com a Polícia Federal em “12 laranjas confessam fraudes”. Informa que o grupo acusado de sonegar R$ 1 bilhão em fraudes fiscais envolvendo empresas do ramo petroquímico teve pelo menos 12 laranjas confessos. Em depoimentos colhidos pela PF, eles disseram atuar num esquema encabeçado pelos irmãos Paulo Sérgio e Ismael Cavalcanti, dono do grupo Sasil.

 

Escola infantil – Correio destaca na capa as “Novas regras de ingresso no 1º ano” que passam a vigorar a partir de 2012, dizendo que só poderão ingressar nesse estágio do ensino fundamental as crianças com 6 anos completos ou que atinjam a idade até 31 de março. Ressalta que, com a mudança, alunos nascidos entre 1º de abril e 30 de junho passarão mais um ano na escola infantil.

 

Empresários/aviso-prévio – Valor chama na capa que “Empresários se unem sobre aviso-prévio”. Informação é que o setor fechou posição conjunta sobre o aumento do prazo do aviso-prévio em caso de demissões, tema que está em discussão no Supremo Tribuna Federal. Em documento entregue ao STF, a que o jornal diz ter tido acesso, eles pedem que a decisão que vai ampliar os 30 dias do benefício não seja retroativa. As entidades empresariais querem garantias de que o tribunal deixará claro que o benefício não se aplica a trabalhadores demitidos antes da publicação da decisão no "Diário da Justiça. Subscrito pelas confederações nacionais da indústria, dos bancos, do comércio, da agricultura e dos transportes, o documento dos empresários também pede a retirada da exigência de aviso prévio das micro e pequenas empresas. Defendem ainda a ideia de que o STF só exceda os 30 dias atuais de aviso prévio pelo prazo de um dia a mais por ano para os casos que está julgando. Nos demais processos, as confederações aceitam, no máximo, três dias a mais de aviso prévio por ano de trabalho, além dos 30 dias concedidos atualmente.

 

Servidores/ “mão abanando” – Na capa, Correio diz que “Falta de proposta irrita servidores”. Internamente, que “Servidores ficam de mãos abanando”. Informa que o Ministério do Planejamento não entregou aos representantes de classe, “como havia prometido”, proposta de reajuste de carreiras.

 

Vale/logística – Valor chama na capa que “Vale estuda criar mais uma empresa de logística”. Informa que a nova unidade abrigaria ativos e contratos que envolvem o transporte de carga geral – outras mercadorias que não minério de ferro. O projeto em discussão prevê a abertura de capital dessa nova empresa no Novo Mercado da BM&F Bovespa até 2012. A Vale deverá ter uma participação em torno de 30% na futura Vale Logística SA, como vem sendo chamada, dependendo do apetite do mercado por ocasião da emissão de ações. No primeiro semestre deste ano, o faturamento da mineradora com serviços de logística foi de R$ 1,6 bilhão, dos quais R$ 1,3 bilhão com carga geral. Globo diz que negociações incluem o empresário Eike Batista.

 

Bunge/açúcar e álcool – Estadão informa internamente que “a gigante do agronegócio” Bunge anunciou ontem um plano de investimentos de US$ 2,5 bilhões, até 2016, para elevar em mais de 50% a capacidade de processamento de cana de suas oito usinas de açúcar e álcool no País. Com isso, a capacidade de processamento passará de 21,5 milhões para 30 milhões de toneladas por ano. Folha acompanha.

 

Tributação/Crédito de PIS e Cofins – Valor, em “Crédito de PIS e Cofins é tributado”, informa que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu numa discussão que são devidos Imposto de Renda e CSLL sobre créditos acumulados de PIS e Cofins. A decisão foi dada ontem durante análise de um recurso da Doux Frangosul, do Rio Grande do Sul, que discutia especificamente a tributação de créditos presumidos, resultantes da compra de insumos agrícolas. A empresa argumenta que esses créditos não podem ser compensados nem ressarcidos, portanto, não deveriam ser tributados. As exportadoras do setor agroindustrial estimam ter acumulados R$ 3 bilhões em créditos "podres" de PIS e Cofins, que não conseguem aproveitar em suas operações, mas que permanecem registrados como ativos na contabilidade, inflando o valor do IR e da CSLL.

 

Folha/editorial/PLC 116 – Em editorial “Programa novo”, Folha entende que “as mudanças na lei de TV a cabo, aprovadas pelo Congresso Nacional e à espera de sanção da presidente Dilma Rousseff, deverão produzir efeitos amplos em todo o setor de telecomunicações. Existe hoje um despropositado gargalo no setor. A ampliação da infraestrutura para TV por assinatura e internet de banda larga demanda pesado investimento, por exemplo para estender a rede de fibras óticas a mais cidades. Só 262 dos mais de 5.500 municípios brasileiros contam com TV a cabo, que alcança 36 milhões de pessoas num país de 190 milhões. Sem alteração do atual modelo, que data de 1995, e sem a permissão para empresas nacionais e estrangeiras de telefonia entrarem nesse mercado, o investimento necessário continuaria reprimido.

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