Um poema ao Sérgio Moro... e suas respeitosas escusas

Por Sandor Buys

Se pede perdão Botelho,

Se pede perdão Fernanda,

E até Lobão também manda

Seu perdão, mas que fedelho!

 

Decidiu, pois, Sérgio Moro,

Com inspirações nessas musas,

Suas respeitosas escusas

Levar ao devido foro.  

 

Ora, ora, Sérgio Moro,

Basta, então, pedir perdão?

Mas que falta de decoro!

Vai tu agora pra prisão!  

 

Muito estranho este juiz!  

Homem de tanta desfeita,

Constituição, não respeita...

E a agora incendeia um país!

 

Veja bem como procede:  

No dos outros a pimenta,

Mas quando seu rabo esquenta,

Só desculpas ele pede!

 

Ora, ora, Sérgio Moro,

Basta, então, pedir perdão?

Mas que falta de decoro!

Vai tu agora pra prisão!  

!

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