VEJA revela: navio petroleiro da Era Lula custou o dobro do valor de mercado e nunca saiu do porto!?

Com a foto de Lula e Dilma, de 7 de maio de 2010, que retrata uma cena explorada à exaustão na campanha de Dilma Rousseff, a VEJA desfere mais um golpe baixo no trbalhador brasileiro.

Texto da VEJA: "Com pompa e circunstância, o então presidente Lula, com Dilma no palanque, exibia no Porto de Suape, em Pernambuco, o primeiro navio petroleiro construído no Brasil em catorze anos. Tudo teatro eleitoral. Tão logo a platéia se foi, a embarcação voltou ao estaleiro e de lá nunca mais saiu. O que poucos sabiam até agora é que o vistoso casco do João Cândido - um portento planejado para transportar 1 milhão de barris de petróleo através dos continentes e que custou à Petrobras 336 milhões de reais (o dobro do valor de mercado) - escondia soldas defeituosas e tubulações que mal se encaixavam. Corria o risco de desfazer-se em alto-mar. Concebido para ser o primeiro de uma série de 41 navios, símbolo do renascimento da indústria naval, o petroleiro precisou ser parcialmente refeito. O término da reforma está prometido para as próximas semanas, mas técnicos ouvidos por VEJA afirmam que, dado o histórico de trapalhadas, o calendário pode atrasar."

Como se vê a VEJA é porta-voz dos que desejam desindustrializar o Brasil, contra a requalificação do nosso trabalhador (imagine, tranforma um contador de cana em soldador?).
Só com encomendas firmes e regulares, é que vamos ter uma industria forte, qualificada e produtiva. Como engenheiro conheço as exigências de normas e regulamentos de fornecedores da Petrobrás e que com certeza estavam presendes no contrato de fabricação. Essa falhas são normais em projetos deste porte em que as empresas estão inciando no ramo (isto não teria acontecido se o Sr FHC não ajudasse a sucatear de vez a nossa indústria naval, se os seguidos governos desnacionalizassem nosso parque naval, eliminando a navegação de cabotagem - costeira).
O petroleiro continua sim sendo um símbolo do renascimento e só com a continuidade de encomendas (por isso trabalhadores se quiserem manter seus empregos e dar saltos de quailificação votem com consciência de quem sabe o que a VEJA defende - quem sabe um dia ela poderá trocar seus jornalistas vendidos por repórteres chineses ou indianos, mas baratos que os brasileiros).
Que a nossa presidente continue com esta politica de nacionalizar a produções dos insumos ligados ao pré-sal, mesmo com custos mais elevados que os produzidos na Ásia ou qq outro local, ainda assim vão para pagar salários de brasileiros que gasta, consomem em pagam impostos no BRASIL e não na China.
Chega dessa palhaçada de usar dinheiro público para dar emprego no exterior por conta de uma economia que só os investidores do mercado financeiro lucram e os brasileiros do cortador de cana ao engenheiro, ficam a ver navios.

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