Interpretada por Diana Damrau, - Royal Opera House production, conducted by Colin Davis.

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Comentário de Volnei dos Santos em 1 agosto 2010 às 21:07
A rainha da Damrau é a mais sinistra que já vi. Diferente da rainha da Dessay, que é bem mais, digamos, "humana"...

Comentário de Fernando Augusto Botelho - RJ em 1 agosto 2010 às 16:36
Die Zauberflöte

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Die Zauberflöte (em português A flauta mágica) é uma ópera em dois atos de Wolfgang Amadeus Mozart, com libreto alemão de Emanuel Schikaneder.[1] Estreou no Theater auf der Wieden em Viena, no dia 30 de setembro de 1791.[2]

Emanuel Schikaneder era companheiro de loja maçônica de Mozart. À época, por influência da Revolução Francesa, a maçonaria adquiria simpatizantes ao mesmo tempo que era perseguida.

A ópera mostra a filosofia do Iluminismo. Algumas de suas árias tornaram-se muito conhecidas, como o dueto de Papageno e Papagena, e as duas árias da Rainha da Noite. Os conceitos de liberdade, igualdade e fraternidade da Revolução Francesa transparecem em vários momentos na ópera, por exemplo quando o valor de Tamino, protagonista da história, é questionado por ser um príncipe, e que por tal motivo talvez não conseguisse suportar as duras provas exigidas para entrar no templo. Em sua defesa, Sarastro responde: "mais que um príncipe, é uma pessoa".

Contexto Histórico

A Flauta Mágica foi produzida no séc. XVIII, período histórico em que a linha de pensamento do homem sofria uma mudança radical através do Iluminismo, ideologia que defendia o fim das superstições medievais cultivadas pela Igreja durante a Idade Média e a valorização de uma visão de mundo racional, em que a sabedoria aparece como única possibilidade de justiça e igualdade entre os homens, o que imediatamente coloca em xeque as relações de poder e subordinação da sociedade da época e a legitimidade dos aristocratas e das tiranias.

Nesse contexto, A Flauta Mágica se apresenta como uma ópera de formação e como uma alegoria para as provações pelas quais o homem precisa passar para sair das trevas do pensamento medieval em direção da luz iluminista. Assim, as principais personagens Tamino e Pamina enfrentam os obstáculos impostos pelos membros do Templo da Sabedoria para juntos, ao final da ópera, encontrarem a realização plena e a união ideal.[4]

Em sua jornada, o casal conta com a ajuda de Sarastro, soberano que simboliza o homem racional que detém o poder por sua sabedoria – não pela força – e que é capaz de ser sempre justo com qualquer cidadão que busque seus conselhos. Sarastro não é a resposta para a sabedoria, mas o caminho para se chegar até ela, ao guiar o homem em sua jornada pessoal em busca da autonomia e liberdade de pensamento. Nesse sentido o personagem entra em contraste direto com a Rainha da Noite, a vilã da história que figura como tudo aquilo condenado pelo Iluminismo: a superstição, a irracionalidade, a aristocracia, a tirania e a subordinação tanto social quanto intelectual, ao ditar tudo o que seus inferiores devem ou não pensar e fazer.

A ópera também apresenta influência dos ideais da sociedade maçônica – da qual se sabe que Mozart e Schikaneder faziam parte –, principalmente no que diz respeito ao ritual de iniciação pela qual passam Tamino e Pamina, composto de diversas provas (tal qual o ritual de iniciação maçônico) que testam o amor e a persistência do casal, recebido sob as bênçãos de toda a fraternidade do Templo da Sabedoria ao final da história.
[editar] Criação

A ópera foi o resultado de um período de crescente envolvimento de Mozart com a trupe de teatro de Schikaneder, que desde 1789 atuava no Theater auf der Wieden. Mozart era amigo íntimo de um dos cantores-compositores do grupo, o tenor Benedikt Schack (o primeiro Tamino), e contribuiu diversas vezes com composições para a trupe. A participação de Mozart aumentou com a ópera colaborativa Der Stein der Weisen ("A Pedra Filosofal"), incluindo o dueto (Nun liebes Weibchen, K. 625/592a), e acabou levando à composição da Flauta Mágica em 1791. Enquanto Schikaneder se propôs a escrever o libreto da peça, Mozart ficou responsável por sua melodia.

Sabe-se que Schikaneder buscou inspiração para a história da Flauta Mágica em outras fontes, entre elas o conto de fadas Lulu oder Die Zauberflöte, escrito por Christoph Martin

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