Cantos Tupinambás - Teatro Do Descobrimento - Anna Maria Kieffer E Grupo ANIMA

Obra: Cantos Tupinambás (Rec. por Jean de Léry) - Salmo 130 (De profundis)

"Canindé jub, Canindé jub, eyra oaê"
(Canindé amarelo, Canindé amarelo, tal qual o mel)

Aus tieffer not schrey ich zu dir
Herr Gott erhör mein ruffen
Dein gnedig oren ker zu mir
Vnd meyner bit sye offen
Den so du wilt das sehen an
Wie manche sund ich hab gethan
Wer kan herr fur dir bleiben?

Do fundo do abismo
Clamo a Vós, Senhor
Senhor, ouvi minha oração
Que Vossos ouvidos estejam atentos
À voz de minha súplica
Se tiverdes em conta nossos pecados, Senhor
Quem poderá subsistir diante de Vós?

* Teatro Do Descobrimento - Anna Maria Kieffer e Grupo ANIMA.

** TEATRO DO DESCOBRIMENTO

Música no Brasil nos séculos XVI e XVII

Anna Maria Kieffer (concepção)

Cantigas ibéricas (sécs. XIII-XVI)
Cantigas tradicionais brasileiras
Cantos indígenas recolhidos por Jean de Léry, Hans Staden, José de Anchieta e Gregório de Matos
Música no Brasil holandês - A Sinagoga do Recife
A presença africana

Anna Maria Kieffer, mezzo-soprano
Ruben Araujo, tenor
David Kullock, barítono
Mario Solimene, baixo
André Litwak Gassoul, shofar (participação)

ANIMA:
Isa Taube, soprano
Ivan Vilela, violas
João Carlos Dalgalarrondo, percussão
Luiz Henrique Fiaminghi, rabecas brasileiras
Patricia Gatti, cravo
Valeria Bittar, flautas doces e buzinas

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Comentário de Regina Silva Kokama em 15 abril 2012 às 19:33

Sérgio de Brito,

Muito bom este vídeo, que você postou aqui no portal, Cantos Tupinambás. 

Comentário de Regina Silva Kokama em 15 abril 2012 às 19:28

Quem realmente era civilizado, os brancos, invasores, destruidores, gananciosos e invejosos, que da natureza só queriam lucrar, ou os índios? Com a sua cultura que tinham cantos belíssimos como esse, com línguas originais do povo realmente brasileiro, com suas tradições culturais, com sua fonte de sub existência, com produção agrícola que os brancos depois adotaram como suas.  Com uma terra só comparada ao paraíso que Deus criou para Adão e Eva e com uma religiosidade e respeito a terra, a floresta, os rios, o trovão, raio, relâmpago e chuva, um povo que sempre respeitou tudo aquilo que o grande "INI JARA", criou para fazer parte natural do contexto da vida.  Nossos antepassados até a chegada dos brancos, não conheciam a palavra destruição mas sim, preservação, respeito e amor a natureza.

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