Todos os Vídeos Marcados Ricardo (Portal Luis Nassif) - Portal Luis Nassif 2020-08-15T20:32:27Z https://blogln.ning.com/video/video/listTagged?tag=Ricardo&rss=yes&xn_auth=no Candido Inácio da Silva - Lá no largo da Sé velha tag:blogln.ning.com,2012-08-08:2189391:Video:1015731 2012-08-08T15:04:41.914Z A Música do Brasil https://blogln.ning.com/profile/AMusicaDoBrasil <a href="https://blogln.ning.com/video/candido-in-cio-da-silva-l-no-largo-da-s-velha"><br /> <img alt="Miniatura" height="180" src="https://storage.ning.com/topology/rest/1.0/file/get/2509710554?profile=original&amp;width=240&amp;height=180" width="240"></img><br /> </a> <br></br>Compositor Brasileiro: Cândido Inácio da Silva (1800 - 1838)<br></br> Obra: Lá No Largo Da Sé Velha<br></br> Texto: Manoel de Araujo Porto-Alegre<br></br> Flautas e Direção: Ricardo Kanji<br></br> Tenor: Tiago Pinheiro<br></br> Guitarra: Guilherme de Camargo<br></br> <br></br> * Gravado na Igreja da Ordem 3ª de São Francisco (RJ) em dezembro de 2009 - Vox Brasiliensis<br></br> <br></br> ** Lá no… <a href="https://blogln.ning.com/video/candido-in-cio-da-silva-l-no-largo-da-s-velha"><br /> <img src="https://storage.ning.com/topology/rest/1.0/file/get/2509710554?profile=original&amp;width=240&amp;height=180" width="240" height="180" alt="Miniatura" /><br /> </a><br />Compositor Brasileiro: Cândido Inácio da Silva (1800 - 1838)<br /> Obra: Lá No Largo Da Sé Velha<br /> Texto: Manoel de Araujo Porto-Alegre<br /> Flautas e Direção: Ricardo Kanji<br /> Tenor: Tiago Pinheiro<br /> Guitarra: Guilherme de Camargo<br /> <br /> * Gravado na Igreja da Ordem 3ª de São Francisco (RJ) em dezembro de 2009 - Vox Brasiliensis<br /> <br /> ** Lá no largo da Sé velha tece uma saborosa crítica à corrupção e aos desmandos econômicos da época.<br /> <br /> '' Lá no largo da Sé Velha<br /> Está vivo um grande tutu<br /> Numa gaiola de ferro<br /> Chamado surucucu<br /> Cobra feroz<br /> Que tudo ataca<br /> 'Té da algibeira<br /> Tira pataca<br /> Bravo à especulação<br /> São progressos da nação<br /> Elefantes berrões<br /> Cavalos em rodopios<br /> Num curro perto da Ajuda<br /> Com macacos e bugios<br /> Tudo se vê<br /> Misericórdia<br /> Só por dinheiro<br /> A tal mixórdia<br /> Bravo à especulação<br /> São progressos da nação<br /> Os estrangeiros dão bailes<br /> Pra regalar o Brasil<br /> Mas a Rua do Ouvidor<br /> É de dinheiro um funil<br /> Lindas modinhas<br /> Vindas de França<br /> Nossos vinténs<br /> Levam na dança<br /> Bravo à especulação<br /> São progressos da nação<br /> Água em pedra vem do norte<br /> Pra sorvetes fabricar<br /> Que nos sorvem os cobrinhos<br /> Sem a gente refrescar<br /> A pitanguinha<br /> Caju, cajá<br /> Na goela fazem<br /> Taratatá<br /> Bravo à especulação<br /> São progressos da nação ''<br /> <br /> *** Cândido Inácio da Silva<br /> Rio de Janeiro, 1800 - Rio de Janeiro, 1838<br /> Foi discípulo do Padre José Maurício, com quem aprendeu teoria e canto na escola que o Padre mantinha na Rua das Marrecas (RJ), onde foi colega de Francisco Manuel da Silva. Sendo aluno do Pe. José Maurício, estava dispensado do serviço militar, indo cantar com freqüencia nas solenidades da Capela Real, hoje Catedral Metropolitana.<br /> Considerado como autor das mais belas e mais celebradas modinhas do Primeiro Reinado. De suas peças, que tiveram várias edições na época, destacam-se as modinhas "Busco a campina serena", e "Quando as glórias que gozei", que se encontra citada em "Memórias de um sargento de milícias", de Manuel Antônio de Almeida. Cândido Inácio destacou-se no Rio de Janeiro como tenor, tendo participado como solista de um concerto da sociedade Acadêmicos Filarmônicos em 1825. Em 1832, participou de um concerto realizado no Teatro Constitucional, organizado pelo flautista e editor Pierre Laforge. Ao lado de Francisco Manuel da Silva, foi um dos fundadores da Sociedade de Beneficência Musical (1833), em cujos concertos seu nome aparece como compositor, tendo sido apresentadas de sua autoria as "Novas variações para corneta de chaves" e "Variações para corne inglês, clarineta e flauta", com orquestra. Em 1837, numa récita de gala no teatro Constitucional Fluminense, pelo aniversário de D.Pedro II, foi executado o "Hino das artes" de sua autoria. Nesse mesmo ano, a copistaria musical de Pierre Laforge editou suas "12 Valsas para piano".<br /> Segundo publicação do "Jornal do Commercio" de 1839, "a ele devemos quantidade prodigiosa de modinhas e lundus, variações e concertos para diversos instrumentos e, sobretudo, a produção dramática de coros infernais, nos quais ele se afastou da estrada da rotina e do plagiato, aparecendo em cena com uma harmonia nova e um colorido original que só pertencem ao gênio; em todas as suas produções havia um pensamento melódico que revelava um estilo próprio, e a sua harmonia era manifestada por combinações originais". Na coleção de "Modinhas Imperiais" editada por Mário de Andrade, dentre as 16 selecionadas, duas são de autoria de Cândido Inácio: "Busco a campina serena", cujos versos não trazem nome do autor, e "Quando as glórias que gozei...", com texto também anônimo. Segundo o musicólogo, "este músico, totalmente ignorado por nós, me parece estar entre as figuras mais dignas de pesquisa da composição nacional". De Que Te Queixas Língua Importuna? (Ária IV) & Arde O Velho Barril (Ária VII) - Marília Vargas tag:blogln.ning.com,2012-08-08:2189391:Video:1015729 2012-08-08T14:54:53.660Z A Música do Brasil https://blogln.ning.com/profile/AMusicaDoBrasil <a href="https://blogln.ning.com/video/de-que-te-queixas-l-ngua-importuna-ria-iv-arde-o-velho-barril-ria"><br /> <img alt="Miniatura" height="180" src="https://storage.ning.com/topology/rest/1.0/file/get/2509710347?profile=original&amp;width=240&amp;height=180" width="240"></img><br /> </a> <br></br>Compositor Português: Marcos Portugal (1762-1830)<br></br> Letra: Tomás Antônio Gonzaga - Marília De Dirceu<br></br> Desenho Masculino: Tomás Antônio Gonzaga<br></br> Obras: De Que Te Queixas (Ária IV) &amp; Arde O Velho Barril (Ária VII)<br></br> Intérprete: Marília Vargas<br></br> Pianoforte: Rosana Lanzelotte<br></br> Direção Musical e Flautas: Ricardo Kanji… <a href="https://blogln.ning.com/video/de-que-te-queixas-l-ngua-importuna-ria-iv-arde-o-velho-barril-ria"><br /> <img src="https://storage.ning.com/topology/rest/1.0/file/get/2509710347?profile=original&amp;width=240&amp;height=180" width="240" height="180" alt="Miniatura" /><br /> </a><br />Compositor Português: Marcos Portugal (1762-1830)<br /> Letra: Tomás Antônio Gonzaga - Marília De Dirceu<br /> Desenho Masculino: Tomás Antônio Gonzaga<br /> Obras: De Que Te Queixas (Ária IV) &amp; Arde O Velho Barril (Ária VII)<br /> Intérprete: Marília Vargas<br /> Pianoforte: Rosana Lanzelotte<br /> Direção Musical e Flautas: Ricardo Kanji<br /> Viola de Arame: Guilherme de Camargo<br /> Violoncelo Barroco: Maria Alice Brandão<br /> MUSICA BRASILIS: <a href="http://www.musicabrasilis.org.br/">http://www.musicabrasilis.org.br/</a><br /> <br /> '' De que te queixas,<br /> Língua importuna?<br /> De que a fortuna<br /> Roubar-te queira<br /> O que te deu?<br /> Este foi sempre<br /> O gênio seu.<br /> Levou, Marília,<br /> A ímpia sorte<br /> Catões à morte;<br /> Nem sepultura<br /> Lhes concedeu.<br /> Este foi sempre<br /> O gênio seu... ''<br /> <br /> '' Arde o velho barril, arde a cabeça,<br /> Em honra de João na larga rua;<br /> O crédulo mortal agora indaga<br /> Qual seja a sorte sua.<br /> Mas, ah! em bem me lembre: eu tenho ouvido<br /> Que na boca um bochecho d'água tome,<br /> E atrás de qualquer porta atento esteja,<br /> Até ouvir um nome.<br /> Que o nome que primeiro ouvir, é esse<br /> O nome que há de ter a minha amada.<br /> Pode verdade ser; se for mentira,<br /> Também não custa nada. ''<br /> <br /> * Tomás Antônio Gonzaga (Miragaia, Porto, 11 de agosto de 1744 — Ilha de Moçambique, 1810), cujo nome arcádico é Dirceu, foi um jurista, poeta e ativista político luso-brasileiro. Considerado o mais proeminente dos poetas árcades, é ainda hoje estudado em escolas e universidades por seu "Marília de Dirceu" (versos notadamente árcades feitos para sua amada).<br /> <br /> Ele nasceu em Miragaia, freguesia da cidade portuguesa do Porto, em prédio hoje devidamente assinalado. Era filho de mãe portuguesa (de ascendência inglesa, Tomásia Isabel Clarque) e pai nordestino(João Bernardo Gonzaga).[1] Órfão de mãe no primeiro ano de vida, mudou-se com o pai, magistrado brasileiro para Pernambuco em 1751 depois para a Bahia, onde estudou no Colégio dos Jesuítas. Em 1761, voltou a Portugal para cursar Direito na Universidade de Coimbra, tornando-se bacharel em Leis em 1768. Com intenção de lecionar naquela universidade, escreveu a tese Tratado de Direito Natural, no qual enfocava o tema sob o ponto de vista tomista, mas depois trocou as pretensões ao magistério superior pela magistratura...<br /> <br /> Leia mais sobre Gonzaga: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_Ant%C3%B4nio_Gonzaga">http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_Ant%C3%B4nio_Gonzaga</a> Se Fores Ao Fim Do Mundo - Anônimo (Séc. XVIII) - Vox Brasiliensis tag:blogln.ning.com,2012-01-21:2189391:Video:933672 2012-01-21T00:19:32.404Z A Música do Brasil https://blogln.ning.com/profile/AMusicaDoBrasil <a href="https://blogln.ning.com/video/se-fores-ao-fim-do-mundo-an-nimo-s-c-xviii-vox-brasiliensis"><br /> <img alt="Miniatura" height="180" src="https://storage.ning.com/topology/rest/1.0/file/get/2509702188?profile=original&amp;width=240&amp;height=180" width="240"></img><br /> </a> <br></br>Compositor: Anônimo (Séc. XVIII)<br></br> Obra: Se Fores Ao Fim Do Mundo<br></br> Intérpretes: Rosemeire Moreira &amp; Tiago Pinheiro<br></br> Guitares: Guilherme de Camargo<br></br> Direção: Ricardo Kanji<br></br> <br></br> '' Se fores ao fim do mundo<br></br> Lá, mesmo, te hei<br></br> De ir buscar<br></br> Em qualquer parte<br></br> Em que estejas<br></br> Eu senti<br></br> Não posso… <a href="https://blogln.ning.com/video/se-fores-ao-fim-do-mundo-an-nimo-s-c-xviii-vox-brasiliensis"><br /> <img src="https://storage.ning.com/topology/rest/1.0/file/get/2509702188?profile=original&amp;width=240&amp;height=180" width="240" height="180" alt="Miniatura" /><br /> </a><br />Compositor: Anônimo (Séc. XVIII)<br /> Obra: Se Fores Ao Fim Do Mundo<br /> Intérpretes: Rosemeire Moreira &amp; Tiago Pinheiro<br /> Guitares: Guilherme de Camargo<br /> Direção: Ricardo Kanji<br /> <br /> '' Se fores ao fim do mundo<br /> Lá, mesmo, te hei<br /> De ir buscar<br /> Em qualquer parte<br /> Em que estejas<br /> Eu senti<br /> Não posso estar ''<br /> <br /> * Solistes Instrumentaux Et Vocaux De Vox Brasiliensis FERNANDO PESSOA "Olhar Interior" tag:blogln.ning.com,2010-07-14:2189391:Video:357813 2010-07-14T14:39:02.202Z Maurício Faria Palma Nascimento https://blogln.ning.com/profile/MauricioFariaPalmaNascimento <a href="https://blogln.ning.com/video/fernando-pessoa-olhar-interior"><br /> <img src="https://storage.ning.com/topology/rest/1.0/file/get/2509605987?profile=original&amp;width=240&amp;height=180" width="240" height="180" alt="Miniatura" /><br /> </a><br />Projeto realizado na Oficina de Fotofilmes de 2010, no MIS - Museu da Imagem e do Som - Campinas / São Paulo / Brasil Um filme de: Joaquim Andrade Diego Br... <a href="https://blogln.ning.com/video/fernando-pessoa-olhar-interior"><br /> <img src="https://storage.ning.com/topology/rest/1.0/file/get/2509605987?profile=original&amp;width=240&amp;height=180" width="240" height="180" alt="Miniatura" /><br /> </a><br />Projeto realizado na Oficina de Fotofilmes de 2010, no MIS - Museu da Imagem e do Som - Campinas / São Paulo / Brasil Um filme de: Joaquim Andrade Diego Br...